Indiscretos: a flotilha de Mariana Mortágua e o Hamas
O financiador palestiniano preso em Itália, os ténis de 990 euros do eurodeputado do PS e as novas vidas de Rui Rio e "Chicão"
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Os que se agarram ao telefone e às redes sociais, os ideólogos, os estrategas e os convocados para ir à televisão. Quem é quem nas tropas dos cinco principais candidatos.
Eleições presidenciais vão ter lugar no próximo dia 18 de janeiro.
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
O Presidente "da rua" deixa um cenário político oposto ao que encontrou em Belém em 2016. A ideia de que foi muito interventivo - sobretudo por causa das suas três dissoluções da Assembleia da República - pode ser mais mito do que realidade.
Foi o facto de se sentir zangado com a atitude da primeira figura do estado, que impulsionou Henrique Gouveia e Melo a se candidatar ao cargo de quem o pôs furioso.
Francisco Louçã disse ter "um enorme apreço" por aquilo que Mariana Mortágua fez na liderança do partido.
Resta saber se o procurador-geral vai querer carregar às costas um Ministério Público que ainda não percebeu o que mudou na relação da política com a justiça
Acusado de não fazer oposição e de boicotar Suzana Garcia, PSD da Amadora tem um vereador a receber avenças do PS em Loures (e algumas são misteriosas). Suzana Garcia diz que não deve favores nem pode ser comprada. Ligações chegam à EMEL (Lisboa). Loures contratou o marido de Carla Tavares, ex-presidente da Amadora e amiga de Ricardo Leão
A tensão entre política e justiça nasce, antes de tudo, do fracasso da ética pública.
O antigo primeiro-ministro e líder do PSD considera não ter qualquer obrigação de apoiar publicamente um candidato presidencial.
Miguel Corte-Real negociou a compra, conduz o automóvel do jornal e é ainda destacado na primeira página do semanário. O amigo Jorge Teixeira é o dono.
A ecologia da política mudou muito com o aparecimento do Chega, em conjunto com o papel político crescente das redes sociais.
Manuel Gonçalves, coordenador distrital, tem um historial complicado.
A provável saída de Mário Centeno da liderança do Banco de Portugal marca o fim de dez anos consecutivos em que um quase desconhecido economista, que esteve perto de cair pouco depois de assumir o cargo de ministro das Finanças, se tornou numa "marca" de sucesso do PS Costista - e um dos protagonistas da vida política portuguesa.