São Martinho do Porto: o bidé das marquesas
Antigo estaleiro naval, São Martinho do Porto transformou-se na praia favorita dos aristocratas do Ribatejo e das Beiras. Tomavam o chá no areal, faziam regatas e apanhavam lagostas na baía
Antigo estaleiro naval, São Martinho do Porto transformou-se na praia favorita dos aristocratas do Ribatejo e das Beiras. Tomavam o chá no areal, faziam regatas e apanhavam lagostas na baía
Há várias coisas que tenho a certeza, a primeira das quais é que é impossível fazer um roubo orientado de documentos sem deixar rastro e não é por não haver câmaras de vigilância que esse rastro não existe.
No século XIX, a Rainha D. Maria Pia popularizou a moda dos banhos de mar, benéficos para a saúde, e D. Luís a prática da vela. No verão, a corte mudava-se para Cascais, uma pequena vila de pescadores que logo se tornou uma estância balnear ao nível das melhores da Europa.
Os seus investimentos imobiliários já geraram bastante discussão. Em 2019, adquiriu a Villa Les Cèdres, na Riviera Francesa, antiga residência do Rei Leopoldo II da Bélgica, por 200 milhões de euros.
João Neves e Pedro Gonçalves mostraram algumas limitações durante a semana, mas esta sexta-feira voltaram a estar à disposição.
Para o treinador, o particular de sábado vai ser muito importante na preparação para o Campeonato do Mundo, numa cidade que fica a uma altitude de 2.240 metros sobre o nível do mar.
Harry e Meghan pensam na decoração da casa de Melides, já a infanta Sofia de Espanha instala-se em Benfica e a princesa brasileira Maria Gabriela trabalha na Avenida da Liberdade – mesmo que já tenha escorregado na calçada. Veja o vídeo.
Durante 88 anos, Balsemão foi quase tudo: jornalista, deputado, fundador do PSD, ministro e primeiro-ministro. Estas são 88 histórias da vida fabulosa e desconhecida do último senador.
Francisco Pinto Balsemão viveu até casar num palacete, rodeado de empregados. Do lado da mãe descende de D. João IV, o ramo paterno foi pioneiro da luz elétrica e fundou o Diário Popular.
Trump avançou que vai liderar a "Comissão para a Paz", da qual o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair está a desenvolver um plano para a administração internacional de Gaza durante a transição.
À mesa dos media é, então, servido um menu em que consta, em primeiro lugar, a obtenção de um mandato das Nações Unidas reconhecendo a «autoridade suprema política e legal» desta entidade que Blair se propõe dirigir.
O que vier a acontecer na Faixa de Gaza moldará o futuro da Democracia, do Estado de Direito e dos direitos humanos no Mundo.
Obras de arte de 26 artistas vão estar expostas no Transpraia e disponíveis para venda solidária. O objetivo é voltar a colocar o antigo comboio em circulação.
Divulgado no domingo, o plano, prevê a deslocação “voluntária” de toda a população do território palestiniano, que ficaria sob administração dos EUA durante 10 anos para ser transformado num polo turístico e tecnológico.
Presidente já havia sugerido a tomada de controlo da Faixa de Gaza pelos EUA para a transformar na "Riviera do Médio Oriente".
Nestes dias de peste já não digo nada, mas ainda tenho uma leve esperança de que o Prémio Nobel não vá para o traidor à Ucrânia e para o homem que incentiva Bibi, para fazer a sua Riviera no Médio Oriente, por cima de cadáveres “colaterais