Eleições antecipadas no Reino da Dinamarca: Frederiksen testa força nas urnas
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
O avanço simultâneo de anexações encapotadas e de intervenções militares unilaterais faz de “It’s the End of the World as We Know It” uma descrição amarga de uma ordem internacional que se desfaz e cede, pouco a pouco, à lei do mais forte.
Nunca se ouviu falar tanto da Gronelândia como agora, mas os primeiros registos de habitantes da “terra verde" remetem à pré-história.
Presidente dos Estados Unidos anunciou esta quarta-feira um princípio de acordo sobre o território. Declarações são prestadas numa altura em que a Dinamarca avisa que o secretário-geral da NATO não tem mandato para negociar essa questão.
O ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês considerou "positivo" que Donald Trump tenha afastado o uso da força, mas lembrou que "a intenção de controlar a Gronelândia permanece". "O problema não desapareceu", frisou.
António Costa admitiu também “um interesse transatlântico comum na paz e na segurança no Ártico, nomeadamente através do trabalho no âmbito da NATO”.
Presidente dos EUA vai reunir-se hoje com Mark Rutte, secretário-geral da NATO, em Davos na Suíça, para discutir a questão da Gronelândia.
O idealismo deu lugar ao cinismo, logo agora que mais precisávamos dele, quando não nos podemos dar ao luxo de relativizar os nossos princípios. Porquê e para quê? Nesta encruzilhada dramática da nossa vida em comum, temos de enfrentar de forma lúcida as razões que podem informar uma decisão destas.
O presidente dos EUA anunciou uma nova taxa de importação à França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia, pela oposição ao controlo da Gronelândia.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, quer tomar a Gronelândia, a bem ou a mal, por considerar que a ilha no Ártico é fundamental para a defesa dos Estados Unidos.
O governo da ilha já solicitou uma reunião “urgente” para discutir “as reivindicações dos Estados Unidos” sobre o país.
O primeiro-ministro referiu que Portugal pode, no entanto, contribuir para a força de paz de outras formas.
Luís Montenegro escreveu na rede social X que Portugal subscreve declaração de europeus sobre autonomia da Gronelândia.
Depois dos ataques na Venezuela e sequestro de Nicolás Maduro, crescem as preocupações relativas às anteriores ameaças do executivo.
O embaixador dinamarquês nos Estados Unidos já referiu que os países são “aliados próximos" e reforçou: "A segurança dos EUA também é a segurança da Gronelândia e da Dinamarca”.
Foi o facto de se sentir zangado com a atitude da primeira figura do estado, que impulsionou Henrique Gouveia e Melo a se candidatar ao cargo de quem o pôs furioso.