Sábado – Pense por si

O chef com as artistas Maria Ana Vaz Costa (à esq.ª) e  Vanessa  Barragão
Luísa Oliveira

Cura: quando a arte se prova no prato

O Cura dá mais um passo no sentido de se entender a alta gastronomia como expressão artística, mesclando a delicadeza da comida que serve em peças de cerâmica de autor, quase em bruto.

Os investigadores André Azevedo Alves, António Costa Pinto e Bruno Ferreira Costa definiram o pódio
Rita Rato Nunes

Um ano de Governo: os melhores e os piores ministros

Pedimos a três analistas políticos para avaliar os governantes tendo em conta as medidas executadas, a capacidade de comunicação e de gestão de crise. Miranda Sarmento vence pela postura “serena e pelo excedente orçamental”. Ana Paula Martins, ministra da Saúde, é o elo mais fraco.

A febre das corridas e caminhadas
Luísa Oliveira

A febre das corridas e caminhadas

Na semana em que os peregrinos chegam a Fátima, muitos deles a pé, publicamos um artigo em que se dá conta do aumento de programas e viagens de caminhadas e de clubes de corrida. Praticar estas atividades em grupo passou a ser um novo foco de socialização e até de encontros amorosos. Calcemos uns ténis, que é quanto basta, para conhecermos esta realidade ao ar livre

Lutz Pfannenstiel, antigo guarda-redes alemão, jogou em todos os continentes. Só foi campeão uma vez, na Filnândia
Tiago Carrasco

Foi dado como morto três vezes, esteve preso e teve um pinguim na banheira

Lutz Pfannenstiel passou 101 dias numa das piores prisões de Singapura, foi declarado morto em campo e arriscou ser deportado da Nova Zelândia por causa de um estranho animal de estimação. O antigo guarda-redes alemão, o único futebolista a jogar em clubes das seis confederações da FIFA, contou à SÁBADO os pormenores da sua carreira, a mais frenética da história do futebol.

Novos métodos para tratar a dor crónica, abordados na revista Sábado
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar a dor

Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.

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