Fizemos um mês de terapia com um avatar: os conselhos e os perigos
Passei vários dias a trocar mensagens com uma app de bem-estar mental. Os conselhos deram-me tranquilidade, mas a empatia que senti pode ser perigosa.
Passei vários dias a trocar mensagens com uma app de bem-estar mental. Os conselhos deram-me tranquilidade, mas a empatia que senti pode ser perigosa.
As tempestades, pandemias e guerras podem aumentar os sintomas. Saiba quando procurar ajuda, em que casos a medicação é essencial e que outras estratégias pode usar para combater a epidemia do século. Há quem faça meditação, dança e reiki. Desenhar em cadernos, remodelar a casa ou procurar um fisioterapeuta também pode ser útil.
Quem tem uma perspetiva positiva não sofre tanto com os desafios da vida porque procura a sua solução. Apesar do mundo caótico, é possível treinar o otimismo. A SÁBADO explica os truques.
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?
Fernando procurou respostas no algoritmo, quando foi traído pela “ex” e ficou destroçado. Maria sentiu que não estava a evoluir na terapia convencional e questionou online. Alice fala-lhe sobre ansiedade. Psicólogos e Ordem profissional alertam para os perigos do Chat GPT entre os mais vulneráveis. A ferramenta massifica-se em Portugal no último ano e meio.
Bolos, bolachas e chocolates perturbam o cérebro e tornam difícil distinguir entre fome e vontade de comer. Para os deixar de lado, não é necessário sacrifício, basta pôr no prato mais verduras e treinar os músculos.
As pessoas à volta tendem a desvalorizar o sofrimento de quem vive uma perda gestacional, por ser "apenas" uma gravidez. Os especialistas dizem que processo de luto deve ser acolhido e compreendido.
Estudo realizado em turmas do 7º ao 11º ano identificou uma epidemia silenciosa de jovens que se magoam para mascarar sofrimento emocional. “É quase como se a dor física fosse mais suportável do que a dor mental”, diz a autora do estudo, a psicóloga Maria de Jesus Candeias
Descansar pode ser difícil: os emails profissionais continuam a cair, há demasiado o que visitar nos destinos estrangeiros e ficar apenas sem fazer nada parece pouco produtivo. Mas estes momentos é que são fundamentais.
Para se sentir seguro, Miguel Marques repetia o gesto até à exaustão. Sofre de Perturbação Obsessivo-Compulsiva, mas hoje refez a vida. Saiba como os doentes ultrapassam estas limitações.
As pessoas não querem, necessariamente, falar com máquinas mas querem minimizar a dor que estão a sentir. Procurem as soluções digitais e artificiais que quiserem mas o problema reside no acesso a cuidados de saúde.
Eliminam a sensação de fome e estão a revolucionar o tratamento da obesidade e de outras doenças crónicas provocadas pelo excesso de peso. Apesar de ter sido o primeiro país da Europa a declarar a patologia como uma doença crónica, Portugal ainda não comparticipa estes fármacos. Um erro e uma injustiça, defendem os especialistas.
O documento com as recomendações teve a contribuição das ordens dos médicos, farmacêuticos e psicólogos, assim como do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida e da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental.
Patric Gagne conta à SÁBADO que não sente algumas emoções. Percebeu-o em criança, tentou disfarçar na faculdade e agora quer criar um tratamento.
Associação de Defesa da Liberdade fez pedido formal à provedoria com base na inconstitucionalidade da lei. Provedora fala em "indeterminação dos conceitos" e "obscuridade quanto ao papel do consentimento dos visados" para pedir fiscalização.
Um coração pode partir-se em qualquer idade. A maior dificuldade é fazer o processo de luto e na era das redes sociais, a tendência para superar é arranjar logo outro amor. Mas essa não é a solução, explica a psicóloga, que tem um novo livro cheio de exercícios que ajudam a reconstruir um coração partido.