Sábado – Pense por si

Capa nº 1166
Mónica Baltazar

Quando desligar para não chegar ao cansaço extremo e ao burnout?

Há cada vez mais pessoas a entrar nos consultórios com sintomas de exaustão, muitas vezes já em esgotamento. À falta de um botão que as obrigue a parar, os especialistas deixam recomendações que podem fazer a diferença numa sociedade onde viver no limite ainda é encarado como normal. Histórias de quem já foi obrigado a abrandar e a fazer mudanças na rotina

Steve Ramirez, investigador da Universidade de Boston, estuda a manipulação de memórias no cérebro
Luísa Oliveira

Steve Ramirez: "Dançar é extraordinário para a saúde"

Investigador e professor de Ciências Psicológicas na universidade de Boston, EUA, dedica-se a estudar como o cérebro processa, armazena e manipula memórias. Para a máquina funcionar bem, existem alguns truques - simples - a aprender. Dançar é um deles.

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Carmo Sousa Lara
Susana Lúcio

Deixar de apagar o rabo no Photoshop

Carmo Sousa Lara tornou-se influencer criando conteúdos a provar que não vale a pena ter vergonha do corpo – e mostrando o seu com naturalidade. Tem quase 200 mil seguidores.

Segredos para controlar a ansiedade
Renata Lima Lobo

Segredos para controlar a ansiedade

As tempestades, pandemias e guerras podem aumentar os sintomas. Saiba quando procurar ajuda, em que casos a medicação é essencial e que outras estratégias pode usar para combater a epidemia do século. Há quem faça meditação, dança e reiki. Desenhar em cadernos, remodelar a casa ou procurar um fisioterapeuta também pode ser útil.

Rodrigo Freixo gosta de desafios e acredita que é capaz de conseguir bons resultados
Susana Lúcio

Ser otimista? Isso aprende-se

Quem tem uma perspetiva positiva não sofre tanto com os desafios da vida porque procura a sua solução. Apesar do mundo caótico, é possível treinar o otimismo. A SÁBADO explica os truques.

Demência: como travar a explosão
Lucília Galha

Demência: Descubra como travar esta nova pandemia

As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?

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