Quem tem uma perspetiva positiva não sofre tanto com os desafios da vida porque procura a sua solução. Apesar do mundo caótico, é possível treinar o otimismo. A SÁBADO explica os truques.
Perante um problema, Alexandra Fonseca não se demora em lamentos. Em 2014, a filha Sofia, então com 3 anos, foi diagnosticada com doença celíaca. “Percebi que não estava a crescer e tive sorte com a pediatra, que pediu as análises certas”, lembra. A doença provoca inflamação no intestino perante a ingestão de glúten, impedindo a absorção de nutrientes. “Como mãe, foi difícil receber o diagnóstico porque é para a vida e sem cura”, conta Alexandra Fonseca, mas também se sentiu aliviada. “Há doenças tão complicadas e pensei: ‘Ok, é só mudar a alimentação.’” Na altura, a professora de matemática estava desempregada, mas viu nisso uma vantagem. “Até foi bom, porque tinha tempo.” Pesquisou sobre a patologia e aprendeu a cozinhar sem glúten. Depois procurou explicar à filha, a mais gulosa da família, de forma positiva. “Disse-lhe que queria muito que ela crescesse saudável e feliz. Expliquei-lhe que o glúten era um bichinho que estava em alguns alimentos e que fazia mal ao corpo”, recorda. Depois, implementou uma transição em que substituiu o pão, bolos e bolachas por alternativas sem glúten para toda a família. Foi à escola da filha explicar o que era ser celíaco, criou uma página de Facebook – Nós, sem glúten – e depois um blogue onde publicava receitas, o Diário de uma Otimista.
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