Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Da vitória de Guterres em 1995, às raves e ao “Tou xim”  do anúncio da Telecel, não faltam imagens marcantes na  montagem do diretor de arte Pedro  Fernandes
Raquel Lito

Um hino aos anos 90 em 100 histórias: "Compro, logo existo"

Quase três anos de pesquisa e 40 entrevistas depois, a jornalista Joana Stichini Vilela traz de volta a saga LX. Desta vez, atravessa a década do consumo: os 1.133 km de estradas da era Cavaco, a euforia da noite, as festas do novo jet set e muito mais. O lançamento do livro será no sábado (dia 18), às 18h, no Mude – Museu do Design.

Vanda Marques

Como D. João V mudou o País

Fundou das melhores bibliotecas europeias, construiu um aqueduto e o maior monumento nacional: Palácio de Mafra. Mandava em tudo, mas apostou em secretários de estado competentes.

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Diogo Barreto

Armas, dinheiro e perucas: os luxos na mansão de Prigozhin

Uma investigação das autoridades russas à casa do líder do grupo de mercenários expôs o luxo em que este vivia. Prigozhin passou a ser persona non grata depois do motim falhado contra as chefias militares russas.

Nuno Tiago PintoAntónio José Vilela

As operações clandestinas dos espiões portugueses

A intervenção do SIS para recuperar o computador de Frederico Pinheiro trouxe para a ribalta a atuação dos oficiais de informações do SIS. Treinados para realizar operações clandestinas, os agentes dos “serviços” atuam na fronteira da legalidade – ou mesmo ultrapassando-a, segundo relatos de ex-responsáveis.

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