O que liga as Presidenciais à Operação Marquês e ao caso dos Vistos Gold
Escutas revelam que António José Seguro era um alvo de José Sócrates. André Ventura foi chamado a depor e admitiu ter tomado uma decisão errada enquanto inspetor das Finanças.
Escutas revelam que António José Seguro era um alvo de José Sócrates. André Ventura foi chamado a depor e admitiu ter tomado uma decisão errada enquanto inspetor das Finanças.
O voto socialista de Ventura, a idade de Cotrim Figueiredo, a pedofilia no Chega, o elitismo da IL. O debate entre os candidatos apoiados pelo Chega e IL foi sujo, confrontacional, informal e pessoal. No fim, ganhou o liberal (porque bateu mais).
Este é o 3º Capítulo: tem o processo BES e a conta da mulher de Ricardo Salgado; o chefe de gabinete deselegante e os adjetivos da Operação Marquês; a amnistia do Papa e a suspensão de funções; os 4 mil despachos e aquilo que ficou para trás; o vogal implacável e o desprestígio da Justiça. E ainda o juiz queixinhas e a falta de senso; os agentes infiltrados em risco e as escutas ilegais; as queixas cruzadas e o inspetor que tudo arquivou.
No processo Máfia do Sangue estava em causa um negócio com base no plasma sanguíneo, realizado entre Paulo Lalanda e Castro, na altura administrador da Octapharma, e Luís Cunha Ribeiro, antigo presidente do INEM.
Magistrado judicial lamentou não ter obtido exclusividade para este processo, considerando não ter condições para dar início à fase de instrução na última semana de janeiro de 2022.
Pedro Coelho dos Santos acumula uma posição no INEM com o seu negócio crescente de assessoria de comunicação, a Alter Ego, que tem o próprio Estado como cliente.
Além do clube, há buscas a decorrer em laboratórios.
MP e PJ têm dois processos: um visa crimes de saúde pública devido a testes Covid a jogadores de futebol, o outro está centrado em suspeitas de fraude fiscal e branqueamento em negócios com transferências de atletas.
O problema dos dois juízes no Tribunal Central de Instrução Criminal arrasta-se há anos, sem que ninguém queira fazer alguma coisa. Neste tribunal, já não há juiz natural, mas sim uma tentativa por parte de MP e advogados em escolher o que lhes convém.
Pedido de afastamento do processo tinha sido formulado pelo Ministério Público, que desconfiava da imparcialidade do magistrado judicial
Procuradoras elencam um conjunto de factos que consideram relevantes para provar que o magistrado não tem condições de imparcialidade para conduzir a fase de instrução, que decidirá quem vai a julgamento.
Três juízas desembargadoras consideraram não existir fundamento para o afastamento do magistrado, indicando que o objetivo do arguido Paulo Lalanda de Castro com o incidente era escolher o juiz de instrução.
Defesa do empresário avançou com um incidente de recusa contra o juiz Carlos Alexandre. Motivo: o magistrado foi aluno de Anastácio Nogueira Lalanda, um severo professor de Mação que entrou em conflito com a sua família
O espetáculo de uma democracia em espiral descendente não é exclusivo dos Estados Unidos. Também em Portugal precisamos de sangue frio – e de arrepiar caminho.
Enquanto inspetor tributário, André Ventura contribuiu para que uma empresa de Paulo Lalanda de Castro não pagasse mais de 1 milhão de euros em IVA ao Estado. Esta é uma breve história de “podridão” e “vergonha” nas Finanças
Rui Rangel terá usado a sua posição na magistratura para obter vantagens pessoais indevidas de um conjunto de pessoas, entre as quais Luís Filipe Vieira. Recorde a investigação da SÁBADO ao caso.