Burradas e burratas
Moral da história? A liberdade não tem preço, mas teve um custo: um País politicamente aberto e economicamente travado. Uma inteligência adulta aceita as duas ideias. Cabeças estreitas escolhem a que mais lhes convém.
Moral da história? A liberdade não tem preço, mas teve um custo: um País politicamente aberto e economicamente travado. Uma inteligência adulta aceita as duas ideias. Cabeças estreitas escolhem a que mais lhes convém.
O estilo agressivo, malcriado e insultuoso de Trump está em pleno desenvolvimento em Portugal. São todos muito conservadores e depois não sabem falar noutra linguagem daquela que deixaria um genuíno conservador apoplético de fúria muito pouco conservadora. Nas redes sociais o Chega pouco mais produz do que uma série de insultos, muitas vezes com obscenidades sem qualquer debate racional
Na iminência de uma imensa devastação há a prudência de uma bala, ou seja, a consideração de que só resta fazer o possível para escapar a maiores horrores.
A imperativa identificação e lealdade entre judeu e Estado de Israel levou a uma equivalência entre crítica à política governamental israelita e antissemitismo.
A posição estratégica da AD não é uma questão de ‘rendição’; é uma tentativa de emagrecer o mamute pela restrição da sua dieta.
A dependência financeira da União Soviética durante a Guerra Fria e, mais recentemente, do petróleo da Venezuela só serviu para mascarar as ruínas que o regime produziu por sua conta e risco. A revolução falhou para os cubanos. Mas, para os turistas, o regime que interessa é outro – e vem com tudo incluído.
«Igualitário é o deus da guerra; e mata quem quer matar.»
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
O tudo ou nada nuclear é o que mais importa nesta guerra.
A invocação de «causa de força maior» para suspender contratos de fornecimento de combustíveis ou alumínio era consequência certa e previsível da guerra.
A imigração é, agora, uma característica essencial da sociedade portuguesa.
Uma aliança formal ou mesmo um entendimento sobre interesses conjunturais é, também, a forma que um estado adopta para controlar o comportamento dos seus aliados.
Toda esta gente é moralmente corrupta e despudorada, directamente responsável ou conivente, nas esferas de decisão do estado, por actos que lhes propiciem vantagens pessoais ou a terceiros.
Ora a água, ora o fogo, tudo levam e neste transe português é um desacerto pensar apenas em assacar fatalidades ao clima.
O pontificado de Leão XIV dá sinais de pretender levar a igreja católica a assumir um papel cada vez mais relevante como bastião contra a radicalização autoritária do trumpismo.