Os sociologicamente poderosos não gostam da Democracia
Se os nazis da AfD voltarem a ter um resultado eleitoral igual ou semelhante ao que obtiveram no Estado Federal de Saxónia-Anhalt, um desfecho nada de bom resultará para as populações europeias.
Se os nazis da AfD voltarem a ter um resultado eleitoral igual ou semelhante ao que obtiveram no Estado Federal de Saxónia-Anhalt, um desfecho nada de bom resultará para as populações europeias.
Acusações como “esta campanha fez os direitos das mulheres recuar cem anos”, são tão estapafúrdias que eu questiono-me se o ensino de História falhou de forma tão clamorosa como a frase indica.
Em vez de procurar combater os reais problemas, tanto este governo como o anterior, ambos liderados por Luís Montenegro, apenas criam, de forma continuada e avassaladora, novos problemas e escândalos.
O ministro da Administração Interna meteu água e sofre de um defeito terrível, que pode ser letal para quem não anda na vida pública e na política de trotineta: insensatez.
Já agora, que tal definir muito claramente qual o momento a partir do qual podemos afirmar que Portugal passou a existir como país independente?
Estou a referir-me ao convite feito pela Comissão Europeia a representantes do governo dos taliban para se deslocarem a Bruxelas para debater questões relativas aos “imigrantes” afegãos aos quais não foi concedido o direito de asilo no seio da União.
Esta é, desde já, a consequência mais assustadora da guerra na Ucrânia: sem armas nucleares é impossível garantir soberania plena da capacidade de dissuasão.
Desde autarquias, passando por sedes partidárias e a governos, há cada vez mais operações de buscas em centros de decisão política, com particular enfoque em autarquias. Mas os processos continuam a arrastar-se na justiça.
A diferença nunca esteve nos princípios. Esteve apenas no clube. Pedro Sánchez foi tratado durante anos como o zénite moral da esquerda que ignorou a forma como ele vendeu os mais basilares princípios do unionismo espanhol para se manter no poder.
O 25 de Abril teve o papel positivo de travar o caminho para o guerrilheirismo que algumas organizações de extrema-esquerda estavam a caminhar nos anos finais da ditadura.
Um repórter da SÁBADO entrou em salas de conversação da Internet identificando-se como uma criança de 12 anos. Em apenas 6 minutos foi abordado por adultos para conversas sexuais. Um deles marcou um encontro à porta do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa — e apareceu.
A SÁBADO fez um levantamento inédito de todos os familiares de José Maria do Espírito Santo Silva. Dos descendentes, 59 trabalham ou trabalharam no grupo e são vários os que admitem ter perdido dinheiro.
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.
Não era suposto que qualquer dos membros do Conselho Superior revelasse as reuniões ou sequer a existência do órgão. Percebe-se porquê: nas atas de 2006, já admitiam que estavam à beira da falência técnica; e nas de 2012 relatam a reunião em que Pedro Queiroz Pereira os enfrentou.
As várias comemorações de Maio podem e devem motivar debates profundos acerca do nosso quotidiano. Debates de natureza política, sem dúvida, mas também éticos e morais.
O mundo sindical está muito fragilizado, a CGTP foi excluída, numa atitude reveladora dos tempos de hoje e de como o “cancelamento” hoje se faz mais à esquerda do que à direita.