Do tanque à piscina; o naufrágio ético
O ministro da Administração Interna meteu água e sofre de um defeito terrível, que pode ser letal para quem não anda na vida pública e na política de trotineta: insensatez.
O ministro da Administração Interna meteu água e sofre de um defeito terrível, que pode ser letal para quem não anda na vida pública e na política de trotineta: insensatez.
Já agora, que tal definir muito claramente qual o momento a partir do qual podemos afirmar que Portugal passou a existir como país independente?
Estou a referir-me ao convite feito pela Comissão Europeia a representantes do governo dos taliban para se deslocarem a Bruxelas para debater questões relativas aos “imigrantes” afegãos aos quais não foi concedido o direito de asilo no seio da União.
Esta é, desde já, a consequência mais assustadora da guerra na Ucrânia: sem armas nucleares é impossível garantir soberania plena da capacidade de dissuasão.
Desde autarquias, passando por sedes partidárias e a governos, há cada vez mais operações de buscas em centros de decisão política, com particular enfoque em autarquias. Mas os processos continuam a arrastar-se na justiça.
A diferença nunca esteve nos princípios. Esteve apenas no clube. Pedro Sánchez foi tratado durante anos como o zénite moral da esquerda que ignorou a forma como ele vendeu os mais basilares princípios do unionismo espanhol para se manter no poder.
O 25 de Abril teve o papel positivo de travar o caminho para o guerrilheirismo que algumas organizações de extrema-esquerda estavam a caminhar nos anos finais da ditadura.
A SÁBADO fez um levantamento inédito de todos os familiares de José Maria do Espírito Santo Silva. Dos descendentes, 59 trabalham ou trabalharam no grupo e são vários os que admitem ter perdido dinheiro.
Um repórter da SÁBADO entrou em salas de conversação da Internet identificando-se como uma criança de 12 anos. Em apenas 6 minutos foi abordado por adultos para conversas sexuais. Um deles marcou um encontro à porta do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa — e apareceu.
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.
Não era suposto que qualquer dos membros do Conselho Superior revelasse as reuniões ou sequer a existência do órgão. Percebe-se porquê: nas atas de 2006, já admitiam que estavam à beira da falência técnica; e nas de 2012 relatam a reunião em que Pedro Queiroz Pereira os enfrentou.
As várias comemorações de Maio podem e devem motivar debates profundos acerca do nosso quotidiano. Debates de natureza política, sem dúvida, mas também éticos e morais.
O mundo sindical está muito fragilizado, a CGTP foi excluída, numa atitude reveladora dos tempos de hoje e de como o “cancelamento” hoje se faz mais à esquerda do que à direita.
Pacheco Pereira teve, por breves instantes, argumentação factual, mas sobretudo conseguiu fazer prova de vida, mantendo a aura intacta para as tertúlias e conferências. Já Ventura voltou a incendiar os ânimos das suas hostes nesse combate contra tudo o que não seja slogan do Chega.
Para já, é a Demagogia que está a ganhar. Como, aliás, está a acontecer por todo o Mundo. Bem nos avisou o grego Aristóteles de que a Democracia pode, muito facilmente, degenerar em Demagogia. E ele viveu entre 384 e 322 a.C..
Estará o modelo de subscrição musical digital ameaçado? Ainda não mas, se pensarmos que veio substituir décadas de relação individual com a música, e que são os mais jovens a procurar alternativas para abandonar esta lógica, talvez estejamos perante uma inflexão cultural.