Chega diz que ex-trabalhadores da Base das Lajes foram "roubados"
Deputado Francisco Lima defende que devem ser ressarcidos das verbas que lhes foram retiradas entre 2015 e 2024.
Deputado Francisco Lima defende que devem ser ressarcidos das verbas que lhes foram retiradas entre 2015 e 2024.
Foi analisado no NOW, por Rita Tavares, Fernanda de Almeida Pinheiro e Alexandre Malhado, o debate parlamentar após a apresentação da proposta de Orçamento do Estado.
Paulo Raimundo considerou esta sexta-feira que o primeiro-ministro tem jeito para ser bailarino, sobretudo na dança a três, entre os partidos PSD, PS e o Chega.
Questão em torno dos dotes de dança surgiu no debate quinzenal, a propósito do teor da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027.
E ainda o regresso de Marques Mendes à estrada e o Chega, que já limpa Lisboa
Há um vazio gritante no discurso do governo, que, se não o preencher, vai continuar a ser cavalgado pelo Chega: o MNE não conseguiu dizer o mais simples, que é contra o mecanismo de reparações para corrigir erros passados que não têm correção presente possível. Ou seja, Rangel não se veio embora sem dizer nada. Verdade histórica, reconhecimento de erros, a admissão de responsabilidade, são uma coisa. Culpas e penas coletivas e transmissíveis só existem em regimes jurídicos não democráticos.
Presidente do Chega anunciou que vai pedir um debate de urgência no Parlamento, na quinta-feira.
O populista André Ventura não se queria associar. Na véspera, anunciou o voto contra. No Parlamento, puxou a si a intervenção para falar grosso. Mas a montanha pariu um rato. Já com as votações a decorrer, é anunciado um acordo escrito para deixar passar o projeto.
André Ventura considera que José Pedro Aguiar-Branco está a revelar-se "tão sequestrado pelos interesses" PSD/PS como o seu antecessor no cargo, o socialista Augusto Santos Silva.
Flávio Bolsonaro venceu a primeira volta das presidenciais. Especialista explica que o resultado reflete um "vazio" no eleitorado e o facto de Lula ter "subsidiado" a pobreza, ao invés de a ter resolvido.
Presidente da República apelou à colaboração entre PS e PSD.
O Presidente da República pediu hoje uma nova cultura política de compromissos interpartidários para várias legislaturas.
O líder socialista defendeu que tem "propostas alternativas para garantir segurança aos proprietários e também segurança aos inquilinos".
Celebração está marcada para as 10h30, na Praça do Município, em Lisboa.
Cristina Rodrigues, Sandra Pereira, Ricardo Reis, Pedro Pinto, Bruno Nunes e Rui Paulo Sousa também integrarão a comissão.
Os estatutos do Chega estipulam que o presidente do partido é eleito em Convenção Nacional, assim como os restantes membros da direção.