Flávio Bolsonaro vence Lula, mas não garante maioria absoluta: Brasil vai à segunda volta
Flávio Bolsonaro conseguiu 47,03% dos votos e Lula da Silva ficou pelos 45,16%. Segunda volta está marcada para 25 de outubro.
Flávio Bolsonaro conseguiu 47,03% dos votos e Lula da Silva ficou pelos 45,16%. Segunda volta está marcada para 25 de outubro.
Os Sociais-Democratas venceram as eleições legislativas na Suécia, mas com votação muito fragmentada que torna incerto o cenário de governação.
Gonçalo Castel-Branco, produtor, esteve a trabalhar na noite eleitoral de Carlos Moedas em Lisboa. Acabou de receber um ajuste direto da câmara para um evento que cobra bilhetes entre 150 e 300 euros.
A 9 de outubro de 2025, Pedro Nuno Santos tinha anunciado que iria suspender o mandato de deputado a partir de 24 de outubro, antes da discussão e votação na generalidade do Orçamento do Estado para 2026.
Sem fugas de informação, não fez convite nenhum para a Casa Civil antes da tomada de posse e divide o tempo entre o escritório e as visitas silenciosas ao terreno.
Movimento à direita do Chega equaciona rivalizar com Ventura. Miguel Milhão ambiciona criar o “Quinto Império” e ativistas do resgate de animais aguardam deslize do PAN.
Tem agenda e quer trabalhar com metas. Sem boys e com registos transparentes das reuniões. Pretende falar pouco (em público) e promete ser fiel a Montenegro.
É injusto dizer que Seguro não se definiu. Foi claro em relação às leis laborais, a uma eventual revisão constitucional e em relação às áreas que considerou prioritárias, como a segurança ou a saúde.
Um dia depois da vitória das eleições.
Newsletter no dia em que Portugal acorda com um novo Presidente da República
Diz que cresceu e que é líder da Direita, mas não ultrapassou a AD em número de votos, nem mobilizou o eleitorado. A derrota presidencial de Ventura foi das mais atípicas que há memória no Chega.
O eurodeputado foi ao Conselho Nacional pacificar os receios sobre o novo Movimento 2031: “A Iniciativa [Liberal] é o único partido que tive na vida." Contudo, o seu ascendente força uma mudança tática dos liberais.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Está também prevista uma análise da situação política e uma intervenção aberta do secretário-geral.
A IL "não vai apoiar nenhum candidato" na segunda volta e não fará campanha "na medida em que o seu espaço político, reformista, do centro-direita, não é representado por nenhum deles".