Sábado – Pense por si

Antes de existir Portugal, já este palácio fazia parte da História

No coração da vila de Sintra ergue-se um dos edifícios mais antigos da história de Portugal. Mas o Palácio Nacional de Sintra nunca foi apenas cenário do passado. Continua ligado ao quotidiano da vila e é um dos melhores exemplos de como o património pode permanecer vivo ao longo dos séculos.

Carlos Torres

As histórias secretas dos palácios

Foram palco de intrigas, festins exóticos, caçadas, hospedaram reis e guardam tesouros - recuperámos as histórias de 10 deles.

Um marquês disfarçado

Fomos à procura das histórias secretas de 10 palácios, em Lisboa e Cascais e no Porto. E ainda: os mitos e as verdades da creatina; as novas formas de sushi, dos burritos aos hambúrgueres.

Destaque As histórias secretas de dez palácios
Sónia Bento

As histórias secretas de dez palácios

Pertenceram a importantes famílias aristocráticas, que receberam reis e rainhas e as figuras mais ilustres de diferentes épocas, nos seus salões e jardins. Há os que ainda são habitados por nobres, os que foram transformados em museus ou sedes de instituições e os que estão ao abandono.

Os segredos da vida financeira de Salazar
Marco Alves

Dinheiro, gastos e benesses do Estado. Os segredos da vida financeira de Salazar

A preços atualizados, tinha 113 mil euros no banco quando morreu, além de prata, ouro, casas e terrenos, que hoje valeriam milhões. Poupado e com salário de €8.450 (preços de hoje), beneficiou de viver 31 anos numa casa oficial. Recorreu a funcionários e meios públicos para assuntos pessoais, o Estado gastou €1,9 milhões na sua doença e atribuiu-lhe um salário vitalício.

A importância da proteína

Não é só para os músculos e não é só para desportistas: até ajuda no tratamento do cancro. E ainda: Sintra, a primeira estância de veraneio; a nova vida do ex-futebolista Jonas.

A rainha-mãe  D. Maria Pia  (segunda à dt.ª) num passeio de bicicleta em  Sintra, em 1898
Susana Lúcio

Sintra, o resort da família real

Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.

No país emerso

Feminista que perrea me confesso

Significa isto que devemos pautar toda e cada uma das nossas ações por essa rejeição do machismo? Só ir a concertos de música com letras expressamente feministas? Não ler nem ver cinema com cenas em que mulheres são violadas, agredidas ou destratadas? Esse nunca foi o meu feminismo.

Façam de conta que somos moçambicanos

Se continuarmos neste ritmo, qualquer dia descobre-se em Lisboa as ceroulas da dona Carlota Joaquina, recuperada da escala que o D. João VI fez na Madeira quando se “pisgou” para o Brasil e algum burocrata iluminado decide pedir de volta metade do Jardim Municipal.

A esquadra dos horrores
Carlos Rodrigues Lima

A esquadra dos horrores: todos os depoimentos das vítimas e dos polícias

Horas de crueldade e sadismo dentro do posto da polícia, numa das zonas nobres de Lisboa. Um dos principais suspeitos denunciou colegas e práticas que lhe foram “instruídas” pelos mais velhos, como dar um “tratamento” a determinados detidos. Algumas agressões acabaram publicadas em grupos de WhatsApp para deleite dos seus participantes. “Uma forma de afirmação de poder e domínio absoluto sobre as pessoas”, escreveu a juíza de instrução.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

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