Seguro lamenta morte de dois militares e homenageia "exemplo de dedicação"
Morreram esta sexta-feira atropelados na A1.
Morreram esta sexta-feira atropelados na A1.
É youtuber, tem quase um milhão de seguidores e explora temas históricos através de episódios caricatos, como aquele em que corsários desempregados fundaram a República dos Piratas de Nassau.
No coração da vila de Sintra ergue-se um dos edifícios mais antigos da história de Portugal. Mas o Palácio Nacional de Sintra nunca foi apenas cenário do passado. Continua ligado ao quotidiano da vila e é um dos melhores exemplos de como o património pode permanecer vivo ao longo dos séculos.
Foram palco de intrigas, festins exóticos, caçadas, hospedaram reis e guardam tesouros - recuperámos as histórias de 10 deles.
Fomos à procura das histórias secretas de 10 palácios, em Lisboa e Cascais e no Porto. E ainda: os mitos e as verdades da creatina; as novas formas de sushi, dos burritos aos hambúrgueres.
Pertenceram a importantes famílias aristocráticas, que receberam reis e rainhas e as figuras mais ilustres de diferentes épocas, nos seus salões e jardins. Há os que ainda são habitados por nobres, os que foram transformados em museus ou sedes de instituições e os que estão ao abandono.
A preços atualizados, tinha 113 mil euros no banco quando morreu, além de prata, ouro, casas e terrenos, que hoje valeriam milhões. Poupado e com salário de €8.450 (preços de hoje), beneficiou de viver 31 anos numa casa oficial. Recorreu a funcionários e meios públicos para assuntos pessoais, o Estado gastou €1,9 milhões na sua doença e atribuiu-lhe um salário vitalício.
Não é só para os músculos e não é só para desportistas: até ajuda no tratamento do cancro. E ainda: Sintra, a primeira estância de veraneio; a nova vida do ex-futebolista Jonas.
Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.
Gostaria de desenvolver a ideia de que a vida poderia ser prolongada pelo pensamento. Isto é: quem pensasse bem, e muito, prolongaria a sua permanência neste belo solo povoado de tontos e tontices. Seria justo.
Significa isto que devemos pautar toda e cada uma das nossas ações por essa rejeição do machismo? Só ir a concertos de música com letras expressamente feministas? Não ler nem ver cinema com cenas em que mulheres são violadas, agredidas ou destratadas? Esse nunca foi o meu feminismo.
Se continuarmos neste ritmo, qualquer dia descobre-se em Lisboa as ceroulas da dona Carlota Joaquina, recuperada da escala que o D. João VI fez na Madeira quando se “pisgou” para o Brasil e algum burocrata iluminado decide pedir de volta metade do Jardim Municipal.
Horas de crueldade e sadismo dentro do posto da polícia, numa das zonas nobres de Lisboa. Um dos principais suspeitos denunciou colegas e práticas que lhe foram “instruídas” pelos mais velhos, como dar um “tratamento” a determinados detidos. Algumas agressões acabaram publicadas em grupos de WhatsApp para deleite dos seus participantes. “Uma forma de afirmação de poder e domínio absoluto sobre as pessoas”, escreveu a juíza de instrução.
É cada vez mais importante numa sociedade envelhecida como a nossa que sejam criadas as condições que permitam a todas as pessoas beneficiar de uma existência condigna e independente, integrada na sociedade e na sua vida social e cultural.
Exposições, workshops, visitas guiadas, aulas abertas e experiências de styling na Avenida da Liberdade
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.