O cunhado milionário
Os negócios suspeitos do cunhado do ministro Leitão Amaro em Angola. E ainda: tempestade condiciona campanha Presidencial; entrevista ao músico Jorge Fernando; as vítimas dos abusos sexuais da Igreja.
Os negócios suspeitos do cunhado do ministro Leitão Amaro em Angola. E ainda: tempestade condiciona campanha Presidencial; entrevista ao músico Jorge Fernando; as vítimas dos abusos sexuais da Igreja.
Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.
Carla Pedro, coordenadora de Mercados do Negócios, explica que o arranque deste ano "foi muito bom" a nível de procura de metais preciosos.
Autoridades angolanas enviaram duas Cartas Rogatórias para a Procuradoria-geral. Há suspeitas de burla qualificada em negócios de carruagens e turbinas.
Depois de terem sido considerados mais de uma dezena de nomes, a opção do Presidente dos EUA acabou por incidir num antigo governador da Reserva Federal, com um perfil mais "hawkish" que parece não ser coincidente com o que Trump pretende para o cargo: favorecer a descida das taxas de juro. O jornalista do Negócios, Diogo Mendo Fernandes, analisa a escolha de Kevin Warsh para sucessor de Jerome Powell na liderança do banco central, caso seja aprovado na necessária confirmação pelo Senado.
Com mais de 20 anos de experiência no setor financeiro, Isabel Guerreiro ingressou em 2005 no Grupo Santander, tendo sido administradora executiva em Portugal, responsável pela rede de particulares e negócios e membro do ‘Supervisory Board’ do Santander Polónia.
Starmer lidera uma delegação com mais de 50 empresários britânicos na sua visita oficial à China, a primeira realizada por um chefe de Governo do Reino Unido em oito anos.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União Europeia reúnem-se hoje em Bruxelas para decidir novas sanções à Rússia e aos responsáveis pela repressão no Irão, devendo também discutir a situação na Síria, Palestina e República Democrática do Congo.
É com elevada expectativa que a associação empresarial Portugal-India Business Hub olha para o acordo comercial agora firmado entre a UE e a Índia. Em entrevista ao Negócios, o presidente Altino Álvares diz que "quase todos os setores de Portugal" podem beneficiar e que a relação histórica entre os dois países pode ser um trunfo.
Trump deixou o aviso que “a China vai devorar o Canadá vivo, vai destruí-lo completamente, incluindo os seus negócios, tecido socia e modo de vida em geral”.
Antigo ministro da Defesa e dos Negócios Estrangeiros repudiou as críticas do presidente norte-americano aos aliados da NATO na guerra do Afeganistão.
Marques Mendes anunciou o apoio à candidatura de Seguro na segunda volta das presidenciais. O diretor do Diário de Notícias, Filipe Alves, considerou que "faz sentido para um candidato como Marques Mendes manifestar o apoio a António José Seguro". Já Celso Filipe, diretor-adjunto do Negócios, considerou que o apoio de Marques Mendes a Seguro "fragiliza" a posição de Montenegro.
Já o presidente russo anunciou que o seu Ministério dos Negócios Estrangeiros está a estudar o convite.
"O eleitorado do Chega é um eleitorado não ideológico. É o eleitorado transversal e aquilo que o cola são as dinâmicas populistas, as dinâmicas da indignação", considera Celso Filipe, diretor adjunto do Negócios.
O ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês considerou "positivo" que Donald Trump tenha afastado o uso da força, mas lembrou que "a intenção de controlar a Gronelândia permanece". "O problema não desapareceu", frisou.
"Como é que é possível que um acontecimento desta magnitude, que segundo leio no site da FIFA está destinado 'a celebrar a união dos povos na sua diversidade', decorra num país que bloqueia as fronteiras a cidadãos de perto de 40 países, entre os quais alguns dos já apurados para a final, e acabe de proibir a imigração dos nacionais de outros 75, entre os quais o Brasil?", questiona a colunista do Negócios.