Quem quer vestir Sydney Sweeney?
Acusações como “esta campanha fez os direitos das mulheres recuar cem anos”, são tão estapafúrdias que eu questiono-me se o ensino de História falhou de forma tão clamorosa como a frase indica.
Acusações como “esta campanha fez os direitos das mulheres recuar cem anos”, são tão estapafúrdias que eu questiono-me se o ensino de História falhou de forma tão clamorosa como a frase indica.
Há, contudo, coisas sem perdão e entre elas contam-se deixar as gentes na penúria de água ou no desalento da terra queimada.
Não é como o ChatGPT, mas pode ajudar a tomar decisões. A Marinha vai usar e várias startups demonstraram interesse.
Questionado para que serve o Amália, o presidente executivo do Center for Responsible AI aponta três razões "e todas a ver com soberania".
Uma democracia, por definição, precisa de cidadãos autónomos capazes de se autogovernarem. A cultura do medo corrói estas virtudes democráticas até só restar um rebanho temente e obediente, o sonho húmido de qualquer tirano.
O País só mexeu neste círculo vicioso à força, sob alçada da troika e de Pedro Passos Coelho, mas o sistema refugiou-se depois nos alçapões das novas regras e continua vivo. Alimenta-se a clientela, mas também a perceção de que "são todos iguais" e o populista “eles querem é tacho”. É pena darem-lhes assim razão. Ninguém propôs sequer seriamente, PS ou PSD, tapar os buracos que permitem a continuação deste carrossel que envergonha ambos. Mas, pelo menos, já nos poupavam à exibição pública de moralidade fake.
A diferença nunca esteve nos princípios. Esteve apenas no clube. Pedro Sánchez foi tratado durante anos como o zénite moral da esquerda que ignorou a forma como ele vendeu os mais basilares princípios do unionismo espanhol para se manter no poder.
Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.
É este tipo de moralidade que contestou a participação de Israel na Eurovisão e apelou à humilhação com a pontuação zero. A sua voz não teve eco nenhum. Noam Bettan ficou em segundo lugar e em primeiro a cantora búlgara, que apoiou Israel. Portugal deu pontuação máxima a Israel. Embrulha. É um bofetão para aqueles que se julgam proprietários da razão.
Donald Trump afirma ser o grande vencedor, mas a Rússia e a China podem até tirar mais partido do conflito.
Presidente russo enviou uma mensagem de condolências ao presidente do Irão.
Talvez seja uma vã ilusão, mas tenho a secreta esperança de que a “próxima vítima” nas Américas, ou seja, Cuba, não se irá comportar de forma tão vergonhosa.
A peça de David Greig aterra na quarta-feira, dia 4, no Teatro Variedades (Lisboa). Uma viagem dos Artistas Unidos pela relação dos EUA com o mundo, a globalização e as zonas cinzentas da moralidade.
Uma lei poderia ser aprovada por estes dias: todos os que forem atingidos pela polícia de migração, ICE, são criminosos. A bala como aquilo que decide em que categoria cai um cidadão. Se a bala mata é porque o cidadão é criminoso.
A moralidade de Trump patrocina execuções sumárias nas ruas americanas e nas águas da Venezuela.
O Presidente dos EUA declara que o Direito Internacional é a sua "moralidade". A Venezuela foi só o início e a seguir vem Cuba? Regressa a teoria do "domínio do pátio traseiro". Daí não vem novidade. Mas a Gronelândia é outra coisa: os EUA de Trump não excluem atacar uma democracia aliada. Ou seja: a NATO pode atacar a NATO. O paradoxo dispensaria mais explicações