Sábado – Pense por si

As três coisas que estão longe de acontecer

A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.

Modi, o vencedor do arranque do ano

Modi tem sabido interpretar as oportunidades desta nova ordem de geometria variável e fez acordos comerciais com Reino Unido, União Europeia e EUA em poucas semanas. A Índia será um poder crescente de potencial elevado. Zelensky foi obrigado a explicar que para haver eleições terá de haver, antes, um cessar-fogo e garantias de segurança. A insistência de Trump no tema reforça suspeitas de que Putin tem mesmo o Presidente dos EUA na mão.

Novas informações sobre Ronaldo: "Não faltou a treino nenhum. FIFA está a permitir uma ilegalidade"

Novas informações sobre Ronaldo: "Não faltou a treino nenhum. FIFA está a permitir uma ilegalidade"

No NOW, Pedro Sousa deu conta de novas informações sobre Cristiano Ronaldo na Arábia Saudita. "Há uma série de mentiras que estão nas redes sociais. Primeiro, não deixou Riade, muito menos está em Portugal e muito menos vai regressar", começou por dizer. "Ele não faltou a treino nenhum. E o que se está a passar nas últimas horas, na Arábia Saudita, vem ainda agravar mais a crise e a tensão entre Ronaldo, porque a FIFA está a permitir uma ilegalidade. Está a permitir inscrições após o fecho do mercado."

Trump já não pode ser um perfeito idiota

Trump mantém a estratégia do caos para neutralizar a Democracia, porque sabe que é nesse caos que pode prosperar com a sua incapacidade e incompotência para governar bem. Só assim pode continuar a confundir milhões de norte-americanos: porque confusão é controlo. Mas teve que somar novos momentos TACO, o principal deles em Minneapolis. Atacar e matar cidadãos norte-americanos nas ruas do seu próprio país foi linha vermelha que até parte da sua base identificou. Só os EUA podem travar os EUA.

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