Indiscretos: presidente de junta de Marvila (Lisboa) vai demitir-se
E ainda os €589 mil euros que o governo gastou na nova sede em mobiliário
E ainda os €589 mil euros que o governo gastou na nova sede em mobiliário
Foi herói numa guerra a que quis por fim. Escreveu um livro que antecipou a queda do regime. Foi o general que recebeu a rendição de Marcelo Caetano, no 25 de abril de 1974. Primeiro Presidente da República pós-revolução e proscrito, a partir de 11 de março de 1975. Morreu há 30 anos
Exigir a Seguro que peça cabeças ou que apenas insinue que as quer é estarmos todos prisioneiros, ainda, do estilo-Marcelo em Belém. Marcelo, depois de tanta lamúria e queixume público de que falava demais, deixou afinal memória e escola – e isso não vai ser fácil para Seguro.
Pertenceram a importantes famílias aristocráticas, que receberam reis e rainhas e as figuras mais ilustres de diferentes épocas, nos seus salões e jardins. Há os que ainda são habitados por nobres, os que foram transformados em museus ou sedes de instituições e os que estão ao abandono.
O problema nunca foi o Primeiro-Ministro descansar. Foi ter sentido necessidade de anunciar ao país que não o faria, como se trabalhar sem parar fosse certificado de empenho e tirar férias uma pequena deserção do dever.
O primeiro modelo de inteligência artificial português já está disponível. A SÁBADO testou-o, mas a IA portou-se mal: errou, inventou factos e nomes, alterou a História de Portugal, criou disparates e perfeitas alucinações. Divertido? Sim, mas um embaraço.
Nasceu numa casa que viria a ser da família Champalimaud, vendeu sumos a estrelas de cinema, recebeu reis e Presidentes no primeiro restaurante do Guincho – onde um Primeiro-Ministro nadou nu
Os falhanços dos governos presididos por Luís Montenegro são evidentes e, pior do que isso, são muito graves, estando até, com a sua rendição ao programa político do Chega, a violar os direitos humanos fundamentais e a pôr em causa a Democracia.
Apesar de discordar de muitas das afirmações do ex-primeiro-ministro sobre a falta de reformismo do executivo, o ministro das Infraestruturas e Habitação encontra "um caráter mais benévolo" nas suas palavras.
Vítor Ferreira é suspeito de não ter respeitado as regras de contratação pública e de ter recorrido a um ajuste direto para a redação de um discurso para a cerimónia do 25 de abril. O beneficiário deste contrato de 2.200 euros terá sido o diretor de comunicação do PS, Duarte Moral.
Numa carta enviada a José Luís Carneiro, António Campos, Américo Batista e Rui Moreira Claro denunciam "violações grosseiras dos estatutos e do regulamento internos"
Pagamento de quotas em massa e cadernos eleitorais irregulares levam o histórico socialista a escrever a José Luís Carneiro. Mais, pode interpor providência cautelar para travar as eleições distritais e pede ao líder que denuncie ele mesmo o caso ao Ministério Público.
O Colégio Moderno não vai aceitar a renovação da matrícula dos alunos de 16 e 17 anos envolvidos num episódio de confrontos físicos em Lisboa que se tornou viral nas redes sociais – na madrugada de 25 de abril, os jovens atacaram um refugiado iraquiano na Alameda D. Afonso Henriques.
A percepção de que a atitude amoral e o acto imoral, em prejuízo consciente de terceiros, predominam ou, pelo menos, são tolerados entre as elites com poder de decisão, põe em causa a legitimidade dos regimes políticos.
Arquivos da violência política não devem servir para servir a agenda do Chega mas para fazer a história. E ela também está cheia de cadáveres no rasto da extrema-direita
Sustentando o Governo que as estabilidades política e social são fundamentais para a economia, não vejo como os objetivos do pacote contribuem para reforçar o que é pretendido.