Irão rejeita reabertura de estreito de Ormuz com rota de Omã
A proposta de Omã de dividir as rotas de trânsito de forma equitativa entre os dois países nos dois extremos do estreito não vai ao encontro das preocupações de segurança de Teerão.
A proposta de Omã de dividir as rotas de trânsito de forma equitativa entre os dois países nos dois extremos do estreito não vai ao encontro das preocupações de segurança de Teerão.
E é esta mesma Europa, tão fecunda nas suas lamúrias, que deplora o afastamento anunciado dos Estados Unidos em matérias de defesa! Quando leio notícias destas, não é o afastamento dos americanos que me espanta; é o facto de, apesar de tudo, eles ainda por cá andarem.
É pelo Estreito de Ormuz que passam os navios que transportam um quinto do petróleo mundial. Há 500 anos, os produtos eram outros e no estreito quem mandava era Portugal.
Nunca conseguiu ser a típica “menina da sociedade”, detesta petit noms e diz que o conceito de “beta” não lhe encaixa porque sempre trabalhou. A escritora acaba de publicar o seu 12.º romance histórico, sobre o criador do Estoril.
Tentou três vezes fazer a cruzada em Jerusalém, queria ouvir os relatos dos locais longínquos onde chegaram os portugueses e era um relações públicas do império - enviava cartas a espalhar as conquistas dos portugueses. Conhecido como o rei da pimenta, pôs toda a Europa a sonhar com os produtos exóticos que chegavam a Lisboa.
O Irão ameaçou, o Irão recuou (mais uma vez). Ormuz, símbolo de tráfego marítimo de petróleo e gás, continua aberto. E os portugueses fazem parte da sua história.
O historiador defende que os Descobrimentos foram determinantes para colocar o País no mapa e que D. Manuel I foi o primeiro monarca global da História. Além disso, diz, não devemos julgar o passado.
Viajo, como tanta gente, por ser curioso. Gosto das diferenças do mundo e, sempre que possível, de as entender.
As ilhas artificiais do Mar do Sul da China configuram uma situação de Guerra Fria, em que cada um dos Estados envolvidos não quer ceder parte da sua soberania.
A rádio, o conservatório, as empresas municipais, o clube, a delegação de turismo, a câmara, o museu, a faculdade, os fundos europeus, a misericórdia e o hospital. E ainda os pais, os filhos, as filhas, os maridos, os primos, os irmãos e as mulheres, bem como as suas empresas e cargos. E também o (muito) dinheiro em ajustes diretos.
O jornalista e escritor brasileiro acaba de lançar em Portugal o livro "A Conquista do Brasil 1500 ~1600" onde aborda a guerra sangrenta dos portugueses contra os povos indígenas pelo controlo da terra. Sublinha que "não é verdade que os índios eram um povo indefeso", já que "viviam na guerra". E apela: "Não adianta olhar o passado com os olhos de hoje. A gente precisa de entender o contexto e imaginar o que faria naquela situação".
Admite voltar a chefiar o governo de Timor Leste, manifesta-se contra o envio de armas para a Ucrânia, condena os Estados desenvolvidos que impõem sacrifícios aos países pobres em nome da sustentabilidade climática e gostaria que Portugal alargasse horizontes.
Após dois anos de pandemia, o turismo internacional está de regresso à Tailândia. Há novas regras, mais motivos de interesse, uma aposta no bem-estar, menos gente e o mesmo exotismo de sempre. Fomos ao Sudeste Asiático para lhe poder contar tudo. Para ler aqui e na SÁBADO Viajante de Verão, já nas bancas.
Cabritar: brincar com os cidadãos, os eleitores e os contribuintes enquanto se mantém uma pose de estadista enfatuado e um discurso de êxito avassalador cujos méritos só os idiotas não enxergam
Num comunicado, Marcelo Rebelo de Sousa evoca Malaca Casteleiro como um "dedicado académico e incansável linguista, que deixou marca pessoal em inúmeros alunos e discípulos.
Professor catedrático e línguista, foi figura central na elaboração do novo Acordo Ortográfico. Morreu esta sexta-feira, aos 83 anos.