Presidenciais 2026. Quando é que Seguro toma posse e o que acontece até lá
O presidente eleito vai tomar posse exatamente quarenta anos depois de Mário Soares o ter feito após a vitória na segunda volta em 1986.
O presidente eleito vai tomar posse exatamente quarenta anos depois de Mário Soares o ter feito após a vitória na segunda volta em 1986.
António José Seguro bateu o recorde histórico de Mário Soares de 1991, tornando-se assim o Presidente mais votado de sempre.
António José Seguro vai ficar com o título que até agora pertencia a Mário Soares.
Espaço fica localizado no 20.º bairro da cidade, junto ao número 46.
Pode estar fora de moda, mas, como Mário Soares também dizia, um político assume-se. Eu sou socialista e este artigo não é sobre as eleições – é um remédio para um dos seus sintomas. É o elogio que o socialismo merece.
Pode bater 'recorde' de Mário Soares em 1991.
É difícil ver o documentário 'A Duas Voltas - Mário Soares e as Presidenciais de 1986' sem sentir carinho por aqueles candidatos e pelo que éramos. Carinho e perda.
"Luís Montenegro inspira-se muito em Cavaco Silva. (...) Na segunda vez que Mário Soares foi a reeleição, Cavaco Silva começou por declarar a neutralidade e disse que não ia apoiar ninguém. E depois Falcão e Cunha veio declarar o apoio do PSD. Esta história de 'não se apoiar ninguém' é muito complicado para o PSD. Os partidos têm responsabilidades", disse Pedro Santana Lopes, na noite eleitoral, no NOW.
É a mesma data desde 1986, ano em que Mário Soares tomou posse como o 17.º Presidente da República.
As únicas presidenciais da democracia portuguesa que obrigaram a uma segunda volta realizaram-se em 1986, entre Freitas do Amaral e Mário Soares, dividindo então o país entre esquerda e direita.
Chama-se A Duas Voltas e recorda a eleição de Mário Soares.
Antigo Chefe de Estado faria hoje 100 anos.
Mário Soares e Álvaro Cunhal bateram-se num confronto que definiria o futuro da democracia. Durante três horas e 40 minutos, o país parou.
Ana Gomes relatou que todos "correram" para adquirir uma edição do "Expresso" quando este foi criado por Pinto Balsemão, pois o novo jornal português era "uma promessa de um mundo novo".
O empurrão de Mário Soares, a “surpresa” que Isaltino guardou em Oeiras para a TV e o despertar de Cavaco: como nasceu o maior plano de habitação da democracia portuguesa.
As imagens de Soares a assinar a adesão à CEE há 40 anos levam-me de volta a um lugar de otimismo sobre o futuro – e de reconhecimento sobre o passado.