Os 60 anos da ponte 25 de Abril
Inaugurada a 6 de agosto de 1966, iria mudar Lisboa - e o País.
Inaugurada a 6 de agosto de 1966, iria mudar Lisboa - e o País.
O engenheiro que participou na construção da primeira travessia sobre o Tejo; a difícil missão de entrar no Costa Terra; e os tesouros culturais escondidos nos hospitais portugueses
O compositor Alfredo Keil foi o terceiro habitante da vila, no final do século XIX. A sua casa mantém-se intacta, assim como a capela de onde ainda hoje parte a Nossa Senhora da Praia. Diz-se à boca cheia que a Portuguesa, a música de onde saiu a canção nacional, nasceu com vista para estas águas agitadas.
No âmbito de um projeto-piloto.
De Portimão a Ferragudo, vai um barco de rumo traçado a um clássico renovado; em Silves, história e cultura congregam-se num passeio inesquecível.
André Ventura é apenas a pessoa que se atreveu a verbalizar um ideário que esteve escondido durante décadas após o 25 de abril de 1974, mas que nunca desapareceu.
Uma das razões apontadas pela secretária de Estado Carla Rodrigues sobre a transferência desta matéria para a tutela da Igualdade, passa pelo facto dos ciganos viverem em Portugal há mais de 500 anos, sendo por isso "portugueses de pleno direito".
Ministra Margarida Balseiro Lopes garantiu que nenhuma resposta de apoio às vítimas "vai encerrar em consequência do termo dos financiamentos europeus".
Nas próximas semanas será dado a conhecer quem compõe o conselho geral e os quatro membros que formam o comissariado executivo, além de Paulo Portas.
O cantor dos Trovante morreu aos 69 anos devido a cancro.
Também testámos o AMALIA, o primeiro modelo de inteligência artificial português.
O primeiro modelo de inteligência artificial português já está disponível. A SÁBADO testou-o, mas a IA portou-se mal: errou, inventou factos e nomes, alterou a História de Portugal, criou disparates e perfeitas alucinações. Divertido? Sim, mas um embaraço.
Cinco membros do Grande Oriente Lusitano contestaram a expulsão nos tribunais comuns e obtiveram uma primeira vitória no Tribunal da Relação de Lisboa.
Repare-se no que está a acontecer - e creio que, para usar uma expressão popular, a procissão ainda não saiu do adro - com os exames nacionais. E com todo o sistema educativo em geral. Como foi possível alguém ser tão irresponsável? Este é o resultado da peregrina ideia de que os governos têm de ser dotados de um “ímpeto reformista”.
José Eduardo Martins diz que "os miúdos estão à toa, os pais furiosos, os professores exaustos" e deixa a receita ao governo: "Resolver e pedir desculpa. Já não há mais nada a fazer."