Montenegro volta esta quarta-feira ao parlamento com polémica no MAI e relatório do PR sobre tempestades
No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais.
No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais.
Socialista insiste que a formação profissional é fundamental e que investir na qualificação das pessoas é uma das formas de ter uma economia mais produtiva.
José Luís Carneiro reiterou o compromisso do PS "com a defesa da manutenção do IVA da restauração nos termos em que foi assumido em 2015", no valor de 13%.
Esta posição do PS surge depois da reunião que o líder do PS manteve esta tarde com o primeiro-ministro,.
Na perspetiva do secretário-geral do PS, algumas das propostas que foram sendo apresentadas pelo Governo abrem "a selva às relações laborais".
"O Governo vai levar uma proposta à Assembleia da República que já contemple as alterações sobre as quais tinha havido acordo, do meu ponto de vista, seria o caminho adequado", considerou José Luís Carneiro.
Quer durante o período de campanha eleitoral, quer já como Presidente da República, António José Seguro tem feito apelos para haver diálogo entre parceiros sociais e Governo no processo de revisão da legislação do trabalho.
A tentativa de esvaziar o Tribunal de Contas e entidades da transparência e contas partidárias é um grave atentado à qualidade da democracia.
A primeira intervenção do debate quinzenal caberá à Iniciativa Liberal, partido que tem pressionado Luís Montenegro para levar já ao parlamento a reforma da legislação laboral.
Nos últimos meses, o Governo tem optado por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
A lei fundamental já foi revista sete vezes desde 1976 e não sofre alterações há mais de 20 anos, mas 58% dos inquiridos estão a favor de uma revisão constitucional.
Erros políticos, greve e um novo ator: como a UGT, que representa um número residual dos traba lhadores do privado, ganhou protagonismo nas negociações da reforma laboral
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
É injusto dizer que Seguro não se definiu. Foi claro em relação às leis laborais, a uma eventual revisão constitucional e em relação às áreas que considerou prioritárias, como a segurança ou a saúde.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
Durante um comício na Baixa da Banheira.