"Quero mudança, Seguro vai deixar tudo na mesma". A campanha de Ventura
O líder do Chega fez campanha nos escombros da depressão Kristin e na sua terra natal, em Mem Martins. Reportagem nos bastidores da corrida.
O líder do Chega fez campanha nos escombros da depressão Kristin e na sua terra natal, em Mem Martins. Reportagem nos bastidores da corrida.
Se, nesta segunda volta, André Ventura não crescer significativamente para lá dos seus territórios tradicionais, sobretudo contra um candidato socialista, a “liderança da direita” só servirá como ornamento.
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
O idealismo deu lugar ao cinismo, logo agora que mais precisávamos dele, quando não nos podemos dar ao luxo de relativizar os nossos princípios. Porquê e para quê? Nesta encruzilhada dramática da nossa vida em comum, temos de enfrentar de forma lúcida as razões que podem informar uma decisão destas.
Ao contrário de Marine Le Pen, que assume uma postura cada vez mais gaulista, em coerência com a transformação da “Front Nacional” (Frente Nacional) herdada de seu pai em “Rassemblement Nacional”, Ventura continua a não criticar Trump.
O desespero que hoje sinto, mas por razões totalmente distintas, é ainda maior. Muito maior mesmo.
O funeral da atriz, que morreu no domingo aos 91 anos, será "privado e confidencial".
Ex-presidente francês lançou um livro onde conta como foram os seus dias atrás das grades. Revelou que recusava fazer a caminhada de uma hora pelo pátio, que mais parecia uma "jaula", e que fazer passadeira na sala de desporto era o seu "oásis".
Ricardo Pais Oliveira, responsável pelas campanhas e comunicação da IL, recebe salário via Parlamento Europeu como alegado assessor de Cotrim Figueiredo. Ângelo Pereira esteve em 48 ações de campanha em 20 dias, mas oficialmente estava a fazer "relatórios" para o eurodeputado Paulo Cunha. Garantem que estão a cumprir a lei e os contratos. Caso de Marine Le Pen estava relacionado com assistentes europeus
Lecornu foi alvo de uma moção de censura apresentada pelo La France Insoumise e outra apresentada pelo partido de Marine Le Pen.
Falar de "Paz no Médio Oriente" é arriscado. Mas o acordo de cessar-fogo celebrado no Egito foi a melhor notícia desde 7 de outubro de 2023. Desarmar o Hamas e concretizar a saída das IDF de Gaza serão os maiores desafios. Da Ucrânia vêm exemplos de heroísmo e resistência. Em França cresce o fantasma da ingovernabilidade.
A recondução de Sébastien Lecornu como primeiro-ministro francês foi alvo de fortes críticas de vários partidos e já está anunciada uma moção de censura. O Erxecutivo poderá cair muito em breve.
Macron pode nomear outro primeiro-ministro, convocar eleições antecipadas ou demitir-se, a dois anos das próximas eleições presidenciais. Para já, pediu "negociações finais" para uma "plataforma de ação" e deu até quarta-feira.
Uma das maiores greves dos últimos anos promete parar Paris e outras cidades francesas. Autoridades estão atentas a grupos desordeiros.