Trump condecora Musk com medalha científica e chama-lhe "tesouro nacional"
"Elon Musk é o nosso Thomas Edison dos tempos modernos", elogiou o presidente dos EUA.
"Elon Musk é o nosso Thomas Edison dos tempos modernos", elogiou o presidente dos EUA.
A SÁBADO tem um número especial sobre o bicentenário da declaração de independência. Há festa e reflexão na América, há muito para ler nas páginas desta edição.
A dependência financeira da União Soviética durante a Guerra Fria e, mais recentemente, do petróleo da Venezuela só serviu para mascarar as ruínas que o regime produziu por sua conta e risco. A revolução falhou para os cubanos. Mas, para os turistas, o regime que interessa é outro – e vem com tudo incluído.
O método de assassinar opositores de forma silenciosa tem mais de um século e começou nos alvores da revolução bolchevique, com um laboratório mandado construir por Lenine. Atravessou gerações e chegou até Putin. Navalny foi a última das vítimas.
Ao retirar Nicolás Maduro da presidência venezuelana, Donald Trump não se limitou aplicar uma solução limite a uma eleição que os Estados Unidos, à semelhança da União Europeia, não haviam reconhecido.
Fugiu do Líbano por causa da guerra e entrou na América como refugiado. A intenção era ser médico, mas tornou-se cientista. Ganhou o Nobel da Medicina em 2021, quando o mundo estava em pandemia.
Aquilo que alguns crentes designarão, porventura, como “Espírito Santo” – ou as consequências da existência de uma centelha divina nos corpos –, alguns cientistas dirão, simplesmente, e de forma impiedosa, que são “biofotões de baixa intensidade”.
Há quase 200 anos que os jornais escrevem notícias falsas nesta data para enganar deliberadamente os leitores. Mas também marcas passaram a aderir a esta prática.
O fumo negro da vitória de Donald Trump, a saída empurrada de Joe Biden, Bibi-terminator ou a surpresa francesa desenhadas por Vasco Gargalo ao longo de 12 meses.
Nos dias que antecedem o Natal, aproveite para assistir a um concerto, um musical ou uma peça de teatro. Em Lisboa, Faro ou Matosinhos, são muitos os motivos para sair de casa.
Não há dois amantes que se amem por igual, porque os pesos são diferentes de cada lado; e o que levou cada um até àquele momento é o resultado de uma tapeçaria única e irrepetível.
Scrollar nas redes sociais é o acto mais passivo-agressivo que o ser humano descobriu desde o “estou quase a chegar” dito a quilómetros de distância do destino onde nos esperam. Em vez de enfrentarmos o que nos mete medo, passamos ao lado, fintamos o destino sem sabermos que é ele que nos está a fintar.
Pedro Chagas Freitas escreve em exclusivo para a SÁBADO um texto em que partilha – de forma emotiva – como foi ter o filho internado durante três meses. “Cancelámos a vida”, conta. Nas redes sociais publicou desabafos, dúvidas e as perguntas de Benjamin. Os posts tornaram-se virais, com milhares de comentários solidários.
Trocam o lucro por ajuda aos vizinhos: há dez cooperativas elétricas no País, quase centenárias, que resistiram ao tempo e aos grandes do setor.
Um concerto em Lisboa de uma cantora que integrou uma digressão de Madonna, uma peça de teatro de Albano Jerónimo e Cláudia Lucas Chéu e um menu exclusivo no restaurante JNcQUOI Asia são algumas das nossas sugestões.
A ordem internacional foi construída, principalmente, pelo mundo ocidental e tem epicentro entre Washington e Nova Iorque. A ordem sofre, cada vez mais, a contestação oriunda de vários quadrantes na cena internacional, por ser, alegadamente, parcial a favor dos interesses dos seus criadores.