Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Repórter Sábado | Temporada 3 | Ep.31 | População de Corroios vive um autêntico pesadelo e aponta o dedo à Câmara Municipal do Seixal

Repórter SÁBADO na íntegra: População de Corroios vive um autêntico pesadelo e aponta o dedo à Câmara Municipal do Seixal

A obra pública prometida para acabar com as cheias na baixa da vila e melhorar a qualidade de vida parou há seis meses e deu lugar a duas enormes bacias de água estagnada, onde se acumulam lama, lodo, lixo e um cheiro que é descrito como nauseabundo. Cercadas por pragas de mosquitos e melgas, a única solução para centenas de famílias passa por fechar portas e janelas e viver como se fossem prisioneiros dentro das próprias casas. O Repórter SÁBADO pediu esclarecimentos à empresa de construção pelos atrasos e falhas técnicas da obra que devia ter terminado em outubro. A Scampia Engenharia, Lda remete todas as responsabilidades para a autarquia do Seixal.

Repórter Sábado: População de Corroios vive um autêntico pesadelo e aponta o dedo à Câmara Municipal do Seixal

Repórter Sábado: População de Corroios vive um autêntico pesadelo e aponta o dedo à Câmara Municipal do Seixal

A obra pública prometida para acabar com as cheias na baixa da vila e melhorar a qualidade de vida parou há seis meses e deu lugar a duas enormes bacias de água estagnada, onde se acumulam lama, lodo, lixo e um cheiro que é descrito como nauseabundo. Cercadas por pragas de mosquitos e melgas, a única solução para centenas de famílias passa por fechar portas e janelas e viver como se fossem prisioneiros dentro das próprias casas. O Repórter Sábado pediu esclarecimentos à empresa de construção pelos atrasos e falhas técnicas da obra que devia ter terminado em outubro. A Scampia Engenharia, Lda remete todas as responsabilidades para a autarquia do Seixal. Uma reportagem para ver esta noite no NOW.

A curiosidade matou uma hora

Pacheco Pereira teve, por breves instantes, argumentação factual, mas sobretudo conseguiu fazer prova de vida, mantendo a aura intacta para as tertúlias e conferências. Já Ventura voltou a incendiar os ânimos das suas hostes nesse combate contra tudo o que não seja slogan do Chega.

Inundações do rio Apurímac deixam cidade peruana submersa

Inundações do rio Apurímac deixam cidade peruana submersa

As águas do rio Apurímac transbordaram e inundaram várias ruas de uma cidade no sul do Peru, arrastando lama e detritos e obrigando moradores a abandonar as suas casas enquanto equipas de emergência avaliam os danos. Chuvas intensas têm provocado cheias e deslizamentos em várias regiões do país.

Maryana Rodrigues, humorologista brasileira, usa o humor para ensinar a evitar o burnout em Portugal.
Susana Lúcio

Maryana Com Y, a primeira humorologista

Especialista em inteligência emocional, a brasileira Maryana Rodrigues procurou um rumo em Portugal e usa o humor para ensinar as pessoas a evitar o burnout.

Cuidados intensivos

A pornografia da virtude

O liberalismo, como modo de vida, nunca criou raízes profundas nesta terra bruta. O português médio sempre preferiu os confortos da unanimidade — e, quando necessário, da inquisição. É isso que explica que, seis anos depois, o dr. Ventura continue a não ser pensável.

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