Líder supremo do Irão promete "vingar" a morte do pai
Mojtaba Khamenei já havia declarado que a vingança era "uma exigência da nação" e que "certamente" deveria acontecer.
Mojtaba Khamenei já havia declarado que a vingança era "uma exigência da nação" e que "certamente" deveria acontecer.
As autoridades iranianas não divulgaram dados oficiais sobre a participação do público nas cerimónias que reuniram multidões, mas ao longo dos diferentes dias uma multidão imensa reuniu-se para dar o último adeus ao líder religioso.
O antigo líder supremo do Irão Ali Khamenei vai ser sepultado esta quinta-feira, quatro longos meses após a sua morte e seis dias de cerimónias fúnebres. Mas na história encontramos outros casos de espera prolongados, entre a morte e o funeral.
Washington também restabeleceu as sanções económicas ao petróleo iraniano, que tinha levantado devido ao cessar-fogo.
Esta decisão, embora esperada e até desejada por setores radicais iranianos que pediam o fim das negociações, marca um ponto de viragem política.
Guarda Revolucionária confirmou o disparo de mísseis contra instalações norte-americanas nos dois estados.
O Comando Central dos EUA confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.
As cerimónias fúnebres do líder supremo, falecido em fevereiro, vão decorrer ao longo de vários dias, com o funeral agendado para quinta-feira.
Mojtaba Khamenei, atual aiatola, falhou a cerimónia por razões de segurança.
Líder Supremo do Irão morreu a 28 de fevereiro mas só vai ser sepultado na próxima quinta-feira.
O funeral de Ali Khamenei, em Teerão, é marcado por forte segurança, tensão política e manifestações contra os Estados Unidos e Israel. O enviado especial do NOW, Alfredo Leite, afirma que "esta é também uma cerimónia política" que se inicia no dia em que os Estados Unidos comemoram os 250 anos de independência.
Milhões de pessoas concentram-se nas ruas da capital iraniana.
Evento coincide com o Dia da Independência dos Estados Unidos.
Cerimónias fúnebres realizam-se quatro meses depois da morte do antigo líder supremo do Irão.
"O acordo de Donald Trump não nos vincula (...), não somos parte deste acordo. Não garante a nossa segurança", declarou Itamar Ben-Gvir através das redes sociais.