O encoberto do Irão
A ocultação do Líder Supremo Mojtaba Khamenei está condenada ao fracasso devido à cultura político-religiosa do xiismo, à sofisticação da sociedade persa, e à relevância das minorias étnicas no Irão.
A ocultação do Líder Supremo Mojtaba Khamenei está condenada ao fracasso devido à cultura político-religiosa do xiismo, à sofisticação da sociedade persa, e à relevância das minorias étnicas no Irão.
A situação entre os dois países mantém-se num impasse desde que um cessar-fogo entrou em vigor em 8 de abril, após quase 40 dias de ataques aéreos israelitas e norte-americanos contra o Irão e de ataques de retaliação de Teerão na região do Médio Oriente.
Aiatola Mojtaba Khamenei procurou traçar uma linha firme numa altura em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenta alcançar um acordo mais abrangente para consolidar o frágil cessar-fogo em vigor na guerra.
O Irão apresentou, na segunda-feira, uma nova proposta para um acordo de cessar-fogo focado na abertura do Estreito de Ormuz.
Putin transmitiu também ao chefe da diplomacia iraniano que Moscovo partilha o interesse em continuar a estreitar os laços com o Irão.
Entre Mojtaba Khamenei, o líder supremo 'invisível', o presidente do parlamento e a Guarda Revolucionária, não se sabe ao certo quem está a dar as ordens em tempo de guerra.
Filipe Pathé Duarte refere que “não há uma convergência total" entre os dois aliados uma vez que "Israel não considerará vitória algo que não leve à incapacitação total do seu principal inimigo e de tudo o que ele representa, enquanto Trump parece não estar disposto a tanto”.
Mojtaba Khamenei deixou uma mensagem de incentivo às forças armadas através do Telegram.
Segundo dados da empresa Kpler.
Em Beirute e no sul e leste do Líbano, dezenas de bombardeamentos israelitas provocaram 303 mortos e 1.150 feridos, segundo o último balanço do Ministério da Saúde libanês.
Milhares de iranianos participam, esta quinta-feira, numa marcha em Teerão, Irão, para assinalar os 40 dias da morte do líder supremo Ali Khamenei. O aiatóla foi morto nos primeiros ataques dos EUA e Israel ao país.
Reagindo ao anúncio de um cessar-fogo, Pahlavi afirmou que a sua luta é pela "libertação do regime iraniano".
O anúncio feito pelo gabinete de Benjamin Netanyahu contradiz a declaração feita pelo primeiro-ministro paquistanês que afirma que a suspensão das hostilidades também abrange o Líbano.
O Irão confirmou que o novo líder supremo ficou ferido no mesmo ataque que matou o seu pai, mãe, esposa e filho.
O presidente discursou esta madrugada e defendeu que a “Operação Fúria Épica” era “necessária para a segurança dos Estados Unidos e do mundo livre”.