Trump acusa petrolíferas de ganharem "dinheiro a mais" e exige redução de preços
Afirmando ser "um forte defensor da livre iniciativa", Trump citou a ExxonMobil e a Chevron como algumas das que mais lucraram com as consequências da guerra.
Afirmando ser "um forte defensor da livre iniciativa", Trump citou a ExxonMobil e a Chevron como algumas das que mais lucraram com as consequências da guerra.
O presidente norte-americano, Donald Trump, recorreu à situação migratória em Espanha, esta sexta-feira, para alertar os eleitores dos EUA antes das eleições intercalares, defendendo que o país poderá enfrentar um cenário semelhante caso os republicanos não mantenham o controlo do Congresso.
Presidente exaltou a grandeza do país nas comemorações da independência, em Washington.
Da Constituição mais antiga do mundo aos impasses atuais, dos históricos impeachments presidenciais à separações de poderes, uma leitura guiada pelas engrenagens institucionais que moldam o sistema político da maior potência global.
A nova edição do concurso anual da FLAD convidou jovens entre os 18 e os 23 anos a apresentarem um artigo original que explore um tema da política dos EUA, relacionando-o com o ciclo eleitoral de 2026. Eis o vencedor.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.
O regime teocrático iraniano abanou, mas não quebrou. Agora negoceia quase em pé de igualdade com a autoproclamada superpotência mundial.
O festival contará ainda com atuações dos Dropkick Murphys, Jack Black, Serj Tankian, Killer Mike, Taylor Momsen e das Linda Lindas, entre outros.
Além da fragmentação do apoio por parte dos partidos ultraortodoxos, Netanyahu enfrenta acusações de corrupção, é responsável por um crescente isolamento internacional de Israel e por falhas de segurança relacionadas com os ataques de 7 de outubro.
Há três candidatos ao lugar de Starmer, se este não resistir: Angela Rayner e Wes Streeting, que integraram o Governo do primeiro-ministro, e Andy Burnham, o mayor da Grande Manchester
O primeiro-ministro adverte, contudo, que "não estabelecer um acordo de governação não pode nem deve significar rejeição de diálogo e negociação política".
Trump não sabe como sair da encruzilhada iraniana e anda a tentar disfarçar. Fala do tempo em que os EUA estiveram metidos no Vietname, no Iraque, no Afeganistão. Avisa que "ainda vai demorar algum tempo" até os preços dos combustíveis baixarem. Projeta uma ilusão de controlo quando, na verdade, está a perder em toda a linha: internamente, a sua aprovação está em queda e a inflação sobe; externamente, a perda de prestígio e de confiança nos EUA é muito evidente. Mesmo que continue a haver quem veja "plano" e "racionalidade" onde, manifestamente, não há.
O Presidente norte-americano atacou o Papa Leão XIV por não apoiar guerras no Irão e no Lí bano - e causou risco eleitoral por descontentamento entre católicos.
A reputação não se decreta. Não se impõe com tarifas, nem se conquista com slogans. Constrói-se com previsibilidade, respeito e coerência. E quando se perde, o mundo responde com menos viagens, menos confiança, menos proximidade.