Investimento em certificados de aforro sobe quase 16% em agosto para novo máximo
Segundo dados esta segunda-feira divulgados pelo Banco de Portugal.
Segundo dados esta segunda-feira divulgados pelo Banco de Portugal.
Em termos nominais, havia no final de maio deste ano mais 5.629 milhões de euros aplicados.
No primeiro ano a taxa de juro é de 2,35% e vão subindo até ao décimo e último ano, altura em que atinge os 3,35%.
Até agora, os investidores que quisessem subscrever certificados de aforro a partir de casa tinham de repetir operações em tranches de cinco mil euros.
No 43.º Congresso do PSD, Luís Montenegro promoveu o seu "bando dos quatro" para vices. Não guardou rancores contra o Chega pelo pacote laboral, mas quis mostrar a Ventura e a Passos quem é o reformista na sala.
O líder do PSD e primeiro-ministro discursou no encerramento do congresso do partido, em Anadia.
A agência que gere a dívida pública conseguiu angariar todo o montante que pretendia. Apesar do custo não se ter alterado face às emissões comparáveis a procura aumentou.
O IGCP angariou a totalidade do capital pretendido, embora a procura tenha sido inferior às emissões comparáveis. O juro ficou em 1,99%.
Protocolo entre a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) está a ser finalizado.
No próximo ano, Portugal pagará €3 mil milhões aos dois fundos europeus da troika, com quem continua a negociar, com vantagem, os prazos e as taxas.
O IGCP anunciou esta quarta-feira um reforço dos procedimentos de segurança dos produtos de aforro do Estado.
A nova modalidade deverá ser anunciada "até ao final do corrente ano e apenas serão elegíveis faturas emitidas a partir da data desse anúncio", referiu fonte oficial do ministério liderado por Joaquim Miranda Sarmento.
Os Certificados de Aforro dos CTT ainda são o investimento mais seguro, mesmo com as taxas de juro a descer. São garantidos pelo Estado português e já têm um histórico de sucesso de mais de 60 anos
O salário mínimo para a Administração Pública sobe para 878,41 euros, o que se traduz num aumento de 6,88% face aos 821,83 euros de 2024.
Segundo explicou presidente do IGCP, houve uma situação em que um aforrista teve acesso aos dados pessoais de outro pelo que o IGCP decidiu suspender a plataforma digital.
A emissão destes títulos de dívida pública dirigida aos investidores de retalho travou a fundo face a meses anteriores. Contudo, o primeiro mês da nova série teve um saldo positivo entre nova entrada e saída de capital.