Exército israelita demoliu mais de 1.400 edifícios no sul do Líbano
Imagens de satélite obtidas pela BBC revelam cidades e aldeias no sul do Líbano têm sido arrasadas por Israel.
Imagens de satélite obtidas pela BBC revelam cidades e aldeias no sul do Líbano têm sido arrasadas por Israel.
Israel estava, e ainda está, em guerra, o inimigo iraniano não tem pontaria. Os mísseis caem ali e acolá, sem localização e aviso prévio os restos dos aiatolás não fazem como as IDF que avisam a população para se deslocarem da zona onde estão porque será bombardeada. Modernices já antigas que poupam vidas.
Anteriormente, as Forças de Defesa de Israel (IDF) reclamaram o bombardeamento de um complexo petroquímico em Shiraz (sul do Irão) na segunda-feira.
Mais de 1.200 pessoas já morreram devido à guerra em curso entre Israel e o Hezbollah e o número de feridos ultrapassa os 3.500, de acordo com o Ministério da Saúde libanês.
Joana Ricarte, especialista em relações internacionais e política do Médio Oriente, não acredita que o Irão possa arrastar os países europeus para este conflito. Mas tudo pode mudar se o governo de Mojtaba Khamenei for colocado numa posição em que perceba que não vai sobreviver.
Num ataque ao aeroporto de Mehrabad, em Teerão
As Forças da Defesa de Israel anunciaram ter lançado uma nova onda de ataques de larga escala contra Teerão, visando “as infraestruturas do regime terrorista iraniano".
A ofensiva lançada pelos Estados Unidos e por Israel há onze dias para decapitar a República Islâmica resultou em mais de 1.200 mortes em solo iraniano.
Depois de Estados Unidos e Israel terem abatido o líder supremo do Irão foram várias as outras caras importantes do regime que também foram eliminadas. Entre elas estão membros dos serviços de inteligência e das forças armadas.
Um documento enviado a vários altos funcionários israelitas reforçava a seriedade da ameaça devido ao “alcance do plano e a sua complexidade excecionais”.
Ataque fez pelo menos cinco mortos e 20 feridos.
Homem estava acusado de ter lançado um engenho explosivo contra militares. Já foram reportadas mais de 200 mortes no território desde o início do ano.
O plano de pacificação de Gaza foi patrocinado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e entrou em vigor há um mês.
Em causa está a possibilidade de o Hamas ter violado o acordo de cessar-fogo.
Acordo de cessar-fogo prevê que o Hamas entregue 28 corpos de reféns mortos.
Estado de emergência vigorava desde os ataques de 7 de outubro de 2023. Ministro diz que decisão "reflete a nova realidade de segurança no sul do país".