Músicos dos Sex Pistols, Clash e Libertines participam em álbum dos QPR contra o racismo no futebol
Clube inglês avança com iniciativa inspiradora contra a discriminação no desporto
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É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
Candidato esteve num comício no teatro Jordão, em Guimarães.
O candidato liberal quase conseguiu duplicar a votação face ao espaço da IL, mas não conseguiu passar à terceira volta. Cotrim não quis endossar votos, nem dar a opinião sobre em quem votará na "péssima escolha", como lhe chamou, entre Seguro e Ventura. Afastou candidatar-se à IL, cuja liderança - por Mariana Leitão - considerou estar "bem entregue".
Candidato confessou-se "tranquilo", antes de manifestar um desejo: "Que hoje seja um dia, que é um hino à democracia, com a votação massiva dos portugueses".
Ao longo do ano, multiplicaram-se ataques mortais contra alvos judaicos em cidades ocidentais, da Austrália aos Estados Unidos, passando pela Europa. Diferem nos detalhes, mas convergem num ponto essencial: a motivação anti-semita. Como explicar o regresso destes pogroms?
Áudio de entrevista para o livro "Dias de Raiva" prova como o líder do Chega afirma ter-se sentido enganado pelo líder socialista enquanto eleitor. "De facto, via-o com firmeza, coragem. Gostava da forma de ele se exprimir e tudo. Enganou-me uma vez, mas não me enganou mais."
Vieram de França a saber cultivar rúcula, compraram grandes herdades, participaram em caçadas com reis e infantes, fizeram-se barões em Salvaterra. Os seus descendentes foram campeões de ténis e de golfe, fizeram o Sporting e o BES, lançaram o turismo no Algarve – mas também cantaram ópera no Scala de Milão.
Num dos 10 restaurantes que o chef argentino abriu em Portugal, com vista para o Estádio da Luz, o sucesso com os miúdos é garantido. Os pratos, porém, não impressionam.
Há um ataque em curso que vai contra os cérebros humanos e esse ataque parece ter vários pontos de partida. Isto a propósito do que Macron afirmou por estes dias: “Estamos numa guerra cognitiva com a China”, expressão importante e que, assim formulada, exige reflexão.
Depois da parada militar na Praça do Comércio.
Foi acompanhada por cerca de uma centena de cidadãos, incluindo alguns turistas.
Dupla cheogu a analisar a hipótese de recurso.
Tal como no 25 de Abril, deverão estar assim presentes nas galerias personalidades como os antigos presidentes da República e primeiros-ministros, o governador do Banco de Portugal, ex-conselheiros da Revolução e os eurodeputados.
Há quase 40 inscritos na corrida a Belém. Estão lá os sérios e também os satíricos, que fazem promessas, como dar €5 mil por mês a todos os portugueses.
A guerrilha urbana, a espera ansiosa, o cerco a Luanda, as filas para a comida e para fugir, e a decisão de não sair. Há 50 anos nasceu a República Popular de Angola. 30 mil portugueses ficaram.