Controlam uma parte do Iémen e ameaçam o estreito de Bab el-Mandeb: quem são os houthis?
Movimento é aliado do Irão e possui um arsenal altamente destrutivo.
Movimento é aliado do Irão e possui um arsenal altamente destrutivo.
O Exército israelita divulgou imagens que, segundo as autoridades militares, mostram ataques contra posições do Hezbollah no Líbano. As operações ocorrem num contexto de tensão persistente entre Israel e o grupo libanês.
As eleições legislativas de outubro opõem a direita, a extrema-direita e religiosos ultraortodoxos a partidos apostados em derrubar Netanyahu, sem que se vislumbrem alternativas para pôr termo às guerras de Israel.
Notícia surge depois de o jornal "Financial Times" ter noticiado, na semana passada, que o Irão estaria a ponderar atacar bases militares com interesses americanos na Europa.
Considerado como uma via estratégica para o comércio internacional, nomeadamente de produtos petrolíferos, o Estreito de Ormuz tem estado no centro das negociações entre o Irão e os Estados Unidos.
“Não haverá nenhuma negociação, em nenhum nível, com a parte norte‑americana”, declarou na segunda‑feira à noite o porta‑voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, citado pela agência IRNA.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
O presidente norte-americano apelou a que o Irão impedisse o Hezbollah de "causar problemas" no Líbano.
Vice-presidente dos EUA encontra-se com negociadores de Teerão numa corrida de 60 dias para chegar a um acordo de paz definitivo.
Presidente norte-americano disse ainda que o dinheiro cobrado seria usado para “serviços prestados como ‘anjo da guarda’ aos países do Médio Oriente, para efeitos de reembolso de custos passados, presentes e futuros”.
Um volume cinco vezes superior à média dos primeiros dez dias de junho e sem precedentes desde meados de abril.
Os ataques atingiram mais de uma dúzia de localidades ao longo da madrugada, matando três pessoas em Arab Salim, uma em Deir Zahrani e outra em Dweir.
O Exército israelita anunciou hoje a morte de quatro dos seus soldados, mortos em operações no sul do Líbano.
Estes ataques ocorreram apesar do memorando de entendimento assinado pelos Estados Unidos e pelo Irão, que estabelece a cessação das hostilidades também no país mediterrânico.
JD Vance disse que planeia participar no processo negocial, a decorrer na Suíça, levantando a hipótese de viajar já no próximo fim de semana.
Os países têm agora 60 dias para aprofundar os pontos e alcançarem um cessar-fogo definitivo.