Djokovic vence Botic van de Zandschulp e assegura presença nos 'oitavos' do Open da Austrália
Sérvio ganhou o encontro em três sets.
Sérvio ganhou o encontro em três sets.
Retirado desde novembro de 2024, não voltou a pegar numa raqueta e garante que não tem saudades. O tenista espanhol, vencedor de 22 Grand Slams, fala da carreira, da família e também de antigos adversários, não tendo dúvidas que atualmente Carlos Alcaraz e Jannik Sinner estão muito acima dos outros.
Numa altura em que a maioria das competições de ténis adotam um modelo automático de arbitragem, a Open de França escolhe ir contra a norma e manter os tradicionais juízes de linha.
O seu objetivo é jogar todos os Grand Slams, pois em termos financeiros “é uma grande diferença, recebe-se 300 a 350 mil euros” e fica-se garantido. Jaime Faria, que já ganhou um set a Djokovic, recorda a infância, quando ia com o pai para os museus, e fala do treino mental e da paixão pelo Sporting - e de Gyökeres.
Nuno Borges poderá tornar-se o melhor tenista português de sempre? Jaime Faria e Henrique Rocha vão chegar ao top 100? E Sinner e Alcaraz vão continuar a dominar nos maiores torneios? Na semana em que começou o Open da Austrália, fomos falar com três especialistas, que antecipam como será a época de 2025.
Campeão de slalom aos 8 anos, preferiu os courts devido ao receio de cair na neve. Passa 3h por dia no ginásio para ganhar músculo, faz o treino mental dos pilotos de Fórmula 1, e sempre que vence um torneio come um hambúrguer.
O tenista brasileiro, que acabou 2023 como o nº 1 mundial nos juniores, vai estrear-se na Europa e poderá ser uma das figuras do Estoril Open. Ele falou com a SÁBADO: sobre o início da carreira, os jogos de cartas com o avô, a meditação e a preparação física.
Depois de ter sido o nº 57 do mundo em 2016, foi afetado pelas lesões e tem sido difícil reerguer-se a jogar nos torneios com baixos prémios monetários. O tenista lembra a infância, a ida para os EUA e os treinos com Roger Federer – e até fala da vida pessoal e das alcunhas.
Nadal vai voltar a jogar após um ano de paragem. Aos 37 anos, como será o final de carreira do tenista? Irá ainda ganhar mais algum Grand Slam ou já não vai somar mais títulos importantes, como aconteceu com Serena Williams, que entre os 36 e os 40 anos tentou igualar o recorde de Margaret Court, mas sem sucesso? Veja o fim de carreira de alguns dos melhores desportistas.
A série, dos mesmos criadores de "F1: Drive to Survive", tem novos episódios em estreia a 21 deste mês. O trailer oficial desta segunda parte da série, acabado de revelar, traz algumas pistas.
Os pais inscreveram-no no ténis aos 6 anos por conveniência – o campo do complexo da Maia ficava perto de casa. Aos 18 não se sentiu preparado para ser profissional e foi estudar para os EUA. Só começou “a sério” em 2021 e já é o 68º no ranking mundial. Chega ao Estoril Open como o melhor português e diz que ganhar ali "seria incrível".
Djokovic, 35 anos, igualou assim o recorde de 22 Grand Slams do espanhol Rafael Nadal, que era o campeão em título em Melbourne e foi eliminado na segunda ronda, e vai regressar na segunda-feira à liderança do ranking mundial.
O tenista de 41 anos conta com 20 prémios de Grand Slam, apenas sendo ultrapassado por Novak Djokovic e Rafael Nadal.
"Estou aqui há cinco anos e oito meses, os mesmos atletas já o disseram publicamente, que eu era o melhor e agora já tenho estes defeitos todos? Eu é que tenho culpa que eles que não ganhem?" O presidente da FPJ reagiu assim à carta subscrita por Telma Monteiro e outros sete judocas que denunciaram discriminação e um ambiente tóxico na Federação.
Com o sétimo triunfo na relva do All England Club o atleta de 35 anos está agora a apenas um major do recorde de Nadal.
A vencedora de 23 Grand Slams vai preparar a sua presença em Wimbledon no torneio anterior ao de Londres, o de Eastbourne, onde fará dupla no quadro de pares com a tunisina Ons Jabeur, finalista em Wimbledon na temporada passada.