Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Michael Jackson é interpretado, neste filme, pelo seu sobrinho Jaafar Jackson, de 29 anos
Nuno Miguel Guedes

"Michael", um filme condenado à partida?

O orçamento milionário (130 a 170 milhões de euros) não o livra das suspeitas de que será um retrato embelezado, e não fidedigno, da vida de Michael Jackson. Estreia dia 23 nos cinemas.

Depois de um evento da Audi em 2022, o dinamarquês Noma regressa a Los Angeles por quatro meses
Pedro Henrique Miranda

Pelo mundo fora, as estrelas Michelin estão em digressão

O Noma deslocou 130 funcionários da Dinamarca para os EUA, o que implicou pagar alojamento e escolas na Califórnia, o mesmo estado onde um menu de 19 momentos, apresentado numa carta em formato de guião de filme, fez os clientes transitarem de shuttle entre oito locais diferentes.

A artista a atuar a 16 de março em Lyon, no arranque da digressão que a traz agora a Portugal
Gonçalo Correia

Madre mía, Rosalía, bem-vinda de volta

Lisboa recebe de novo, a 8 e 9 de abril, o furacão Rosalía. Que artista é hoje, na era "Lux", a estrela pop espanhola? A que sempre foi: imprevisível e em confronto com o seu passado.

Fajã dos Padres, um dos lugares mais exclusivos da ilha da Madeira
Ricardo Santos

Rumo à Madeira, do Funchal ao Paúl da Serra

A proposta passa por alugar carro e descobrir a costa sul e o interior montanhoso da Madeira - num percurso que vai da beira do Atlântico aos 1.500 metros de altitude

Quem despreza os aliados acaba sozinho

Trump destratou os aliados e depois chamou-lhes "cobardes" por não quererem ajudar a resolver Ormuz. O Presidente dos EUA teve o seu "momento Pearl Harbor" ao lado da primeira-ministra japonesa e agravou a ideia de que partiu para o Irão sem plano e sem a mínima noção do que poderá acontecer no "dia seguinte". Já agora: quando poderá ser esse "dia seguinte"? Alguém vislumbra como é que isto pode acabar?

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