Sábado – Pense por si

Iolanda apresenta Quebranto em Lisboa a 7 de dezembro, no Coliseu dos Recreios
Pedro Henrique Miranda

Iolanda: "Sempre vi a minha voz como uma arma"

Vencedora do Festival da Canção 2024 , Iolanda estreia-se nos discos com Quebranto, música para espantar o mau-olhado que tem apresentado um pouco por todo o País.

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Nuno Chagas é um artista que constrói violinos de forma artesanal
Susana Torrão

Nuno Chagas: Das suas mãos nascem violinos

Neto de um violinista amador e de um carpinteiro, reúne no ofício de luthier a herança dos antepassados. Da sua oficina, na Charneca de Caparica, já saíram dezenas de instrumentos de cordas, cujas notas vibram hoje por todo o País.

Editorial

Dar, dar, dar, não vai dar em nada

A política portuguesa tornou-se monótona – a oposição também aposta só no “dar”. O Chega quer dar tudo o que puder, o PS, mais seletivo, quer dar nos impostos dos combustíveis e no IVA zero no cabaz alimentar (mesmo que este dê mais a ricos do que a pobres, não interessa, o verbo chave é dar). O vocabulário político nacional fala de reformas e reformas agora, é isto: dar qualquer coisinha ou criar a aparência de que se dá qualquer coisinha.

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A atriz fotografada em Lisboa, na semana passada
Luísa Oliveira

Escrava Isaura para sempre

O primeiro papel de Lucélia Santos carimbou-a para a vida. Mesmo longe da TV desde os princípios do século, continua a ser conhecida pelo seu desempenho naquela personagem de novela, do tempo da escravatura brasileira.

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Tutoia foi um extra nesta viagem pelo Maranhão. O oásis de palmeiras merece uma visita
Pedro Henrique MirandaRicardo Santos

O poder do Nordeste brasileiro

Nos Lençóis Maranhenses, siga o roteiro para as dunas que lembram o deserto e as suas 35 mil lagoas mágicas. Na Chapada Diamantina, descubra as cascatas de sonho e as montanhas que marcaram a história do Brasil. Em ambos os casos, é fácil ser feliz.

Imagem de Moledo da década de 60 do século passado, já então era destino de férias da burguesia do Norte
Raquel Lito

Moledo, um século de gente fina

Desde a 1.ª República que atraiu notáveis, como Bernardino Machado, depois Almada Negreiros e muitos mais. O estatuto notava-se na praia, pelas zonas de barracas com baloiços à frente e servidas por criadagem (fardada). À noite, organizavam-se tertúlias.

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Capelinha de S. António
Susana Lúcio

São Martinho do Porto: o bidé das marquesas

Antigo estaleiro naval, São Martinho do Porto transformou-se na praia favorita dos aristocratas do Ribatejo e das Beiras. Tomavam o chá no areal, faziam regatas e apanhavam lagostas na baía

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