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Madre mía, Rosalía, bem-vinda de volta

Lisboa recebe de novo, a 8 e 9 de abril, o furacão Rosalía. Que artista é hoje, na era "Lux", a estrela pop espanhola? A que sempre foi: imprevisível e em confronto com o seu passado.

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Madre mía, Rosalía, bem-vinda de volta
Gonçalo Correia 06 de abril de 2026 às 07:00
A artista a atuar a 16 de março em Lyon, no arranque da digressão que a traz agora a Portugal
A artista a atuar a 16 de março em Lyon, no arranque da digressão que a traz agora a Portugal Gareth Cattermole/Getty Images for Live Nation)

Um espetáculo com “um ritmo implacável”, ensurdecedor “no bom sentido”, repleto de estímulos qual “rave entre luzes estroboscópicas”, descrevia há dias a estação pública RTVE, sintetizando o primeiro de quatro concertos da cantora espanhola Rosalía em Madrid. Mudanças de guarda-roupa constantes. Bailarinos e coreografias imaginativas. Arranjos orquestrais executados por músicos da britânica Heritage Orchestra. E um alinhamento tão ancorado em Lux, o álbum novo que motivou a digressão - em Madrid, dos 15 temas do disco, só dois não entraram na setlist -, que não sobram dúvidas: Rosalía Vila Tobella, 33 anos, vive um estado de graça. Divina, como canta em Divinize: “Através do meu corpo, consegues ver a luz (...) sei que fui feita para divinizar.”

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