Colômbia. Estados Unidos oferecem mil milhões em segurança e novo presidente promete repressão às drogas
Abelardo De La Espriella tomou posse na sexta-feira e prometeu uma luta vigorosa contra o narcotráfico.
Abelardo De La Espriella tomou posse na sexta-feira e prometeu uma luta vigorosa contra o narcotráfico.
A pergunta politicamente interessante é outra: Luís Neves-diretor da PJ aplicaria a Luís Neves-ministro os mesmos critérios que a instituição aplicou aos outros?
Não é quem exige fronteiras funcionais que promove a extrema-direita. Promovem-na aqueles que transformam números em propaganda, fronteiras em preconceito e qualquer discordância num diagnóstico moral.
Pina Manique era acusado de construir uma enorme rede de vigilância sobre os portugueses. Hoje acontece precisamente o contrário. São os portugueses que vigiam quem exerce o poder.
António José Seguro considera "muito importante que cada um, no âmbito das suas competências constitucionais, atue de forma a preservar o estado de direito democrático".
O discurso do ódio existe, é perigoso e pernicioso, e, infelizmente, a coberto de um pretenso “exercício da liberdade de expressão” está cada vez mais forte.
O Presidente pediu que a investigação iniciada pela Procuradoria-Geral da República possa, rapidamente, "ter conclusões e apuramento de responsabilidades".
O Governo de tecnocratas palestinianos, que espera assumir a autoridade sobre a Faixa de Gaza no futuro, saudou os progressos nas negociações sobre o desarmamento do Hamas, anunciado na quinta-feira por Donald Trump.
O novo livro do escritor, "O Século dos Imbecis", "usa muito o humor" e "faz uma crítica social", deixando alertas sobre o presente: "Estamos a perigar a sensatez, o decoro, até o pudor."
Portugal dispõe de um conjunto notável de mulheres altamente qualificadas nas áreas do clima, da energia, da economia e do direito do ambiente, e nada na iniciativa do PSD sugere entendimento diverso.
André Ventura é apenas a pessoa que se atreveu a verbalizar um ideário que esteve escondido durante décadas após o 25 de abril de 1974, mas que nunca desapareceu.
Os casos dos cartéis mostram o que acontece quando uma entidade reguladora tem coragem, mas também o que se perde quando o sistema político não lhe dá os instrumentos necessários para fazer valer as suas decisões.
A ausência de condições de trabalho dignas aliada à falta de salvaguarda da saúde ocupacional continuará, se nada mudar, a comprometer a eficiência de todo o sistema judicial.
Contra "a persistente" falta de pagamento do trabalho suplementar.
Repare-se no que está a acontecer - e creio que, para usar uma expressão popular, a procissão ainda não saiu do adro - com os exames nacionais. E com todo o sistema educativo em geral. Como foi possível alguém ser tão irresponsável? Este é o resultado da peregrina ideia de que os governos têm de ser dotados de um “ímpeto reformista”.
Segundo a Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto "não é possível transformar, prevenir ou erradicar uma realidade que se recusa nomear".