Universidade Nova: a academia nunca viu uma guerra assim
Impugnações judiciais, boicotes à eleição do reitor, pressão sobre alunos, queixas ao Governo, emails exaltados. E o drama na Nova está ainda longe do fim.
Impugnações judiciais, boicotes à eleição do reitor, pressão sobre alunos, queixas ao Governo, emails exaltados. E o drama na Nova está ainda longe do fim.
O processo começou logo de manhã, com um sorteio dos candidatos para que pudessem apresentar os seus projetos, mas compareceu apenas o professor Paulo Pereira, acrescentou fonte da instituição, lembrando que alguns dos seis candidatos já tinham anunciado que tinham desistido de concorrer.
A eleição do reitor da NOVA foi remarcada para quinta-feira, depois de ter sido adiada na semana passada por falta de quórum necessário no Conselho Geral.
A eleição não se realizou por "falta de quórum" do Conselho Geral da universidade, o órgão que elege o reitor, revelou à Lusa a instituição.
A providência cautelar na origem da decisão de suspender o ato eleitoral foi apresentada por quatro professores catedráticos.
Um professor gastou 5 mil euros do seu bolso para provar que a universidade estava a barrá-lo injustamente de candidatar-se a reitor da UNL. A sua vitória em tribunal mergulhou a Nova num imbróglio jurídico, que cai em cima de guerras internas. Repetição da eleição do reitor arrisca esbarrar de novo numa batalha jurídica.
Após o tribunal mandar repetir o processo que há seis meses elegeu Paulo Pereira para o cargo.
Em causa está a candidatura do professor Pedro Maló, que foi excluída porque os regulamentos da NOVA preveem que apenas possam candidatar-se "professores catedráticos e investigadores coordenadores com experiência relevante de gestão".
A escritora portuguesa, de 79 anos, tornou-se na 7.ª mulher a receber este galardão.
Entre os docentes estão a ex-ministra Elvira Fortunato e o seu marido. Auditoria da IGEC aponta para violação do regime de exclusividade.
Primeiro-ministro diz que não só a capital como também Portugal precisa deste “autarca de excelência”.
Por que não há mais mulheres a estudar engenharia e como podemos mudar isso?
Ex-ministra Elvira Fortunato falou com a SÁBADO no âmbito do Dia Internacional da Mulher na Engenharia, e alertou para a escassez das mulheres nesta área. "As crianças têm de ser estimuladas logo aos 6 anos e isso começa com o tipo de brinquedos que lhes damos".
O trabalho científico em Portugal é assegurado maioritariamente por investigadores com bolsa ou com contrato de trabalho a termo.
A fusão dos Ministérios da Educação e Ensino Superior e a promoção da Juventude a Ministério são as duas principais mudanças na orgânica do executivo.
Reitor João Sáàgua acumula os salários de reitor da Nova e de professor catedrático convidado.