E que tal deixarmos de perder tempo com futilidades?
Futebol profissional deixou de ser um desporto para passar a ser um negócio de contornos cada vez mais duvidosos.
Futebol profissional deixou de ser um desporto para passar a ser um negócio de contornos cada vez mais duvidosos.
O homem que transformou Israel num pária internacional, o que colocou todos os judeus do mundo em risco de servirem de vingança, e mais uma série de coisas todas más e violentas e injustas, foi às Nações Unidas mostrar porque razão é procurado como criminoso de guerra.
A preços atualizados, tinha 113 mil euros no banco quando morreu, além de prata, ouro, casas e terrenos, que hoje valeriam milhões. Poupado e com salário de €8.450 (preços de hoje), beneficiou de viver 31 anos numa casa oficial. Recorreu a funcionários e meios públicos para assuntos pessoais, o Estado gastou €1,9 milhões na sua doença e atribuiu-lhe um salário vitalício.
O actor e realizador norte-americano fez 100 anos a 28 de junho. Filho de imigrantes judeus, veterano da Segunda Guerra Mundial e mestre da paródia, transformou a comédia num acto de sobrevivência.
Uma goleada que nos deixa outra vez com "sensações".
Em causa está a produção de uma moeda de um dólar em homenagem ao 250º aniversário da independência dos EUA.
Laura Fernández disse ser "uma democrata convicta" e "defensora da liberdade, da vida e da família".
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
Depois dos ataques na Venezuela e sequestro de Nicolás Maduro, crescem as preocupações relativas às anteriores ameaças do executivo.
Kiev tinha já dito que defende "o direito das nações de viver livres de ditadura, opressão e violações dos direitos humanos".
Em suma, essas pessoas não amam verdadeiramente os seus filhos.
Três candidatos de direita na corrida presidencial assumem-se como "pinochetistas".
António Ramalho Eanes, general e Presidente da República, com a sua assinalável sabedoria e enorme bom-senso, disse que essa é uma data que deve ser assinalada e recordada, mas não comemorada.
O que os palestinianos nunca aceitaram – um estado independente e soberano ao lado de Israel – é agora reconhecido por Portugal e mais nove países europeus. Que estado é esse, ninguém sabe. Mas o Hamas sabe que, depois do massacre, veio a recompensa.
Mesmo quando não há nada de novo a dizer, o que se faz é “encher” com vacuidades, encenações e repetições os noticiários. Muita coisa que é de enorme importância fica pelo caminho, ou é apenas enunciada quase por obrigação, como é o caso de muito noticiário internacional numa altura em que o “estado do mundo” é particularmente perigoso
Trump avisou: "Se queimar uma bandeira, apanha um ano de prisão, sem possibilidade de liberdade condicional".