Sábado – Pense por si

Ventos de Oeste

Alguém sabe para onde estamos a ir?

Os actuais dirigentes do país, muito provavelmente por força de um revanchismo que, apesar de mascarado de “modernidade”, é cada vez mais indisfarçável, estão mais preocupados em destruir os equilíbrios sociais construídos na sequência do 25 de abril de 1974 e do 25 de novembro de 1975, do que em procurar encontrar soluções para debelar essas dificuldades, ou pelo menos minorar as suas consequências para os mais desfavorecidos.

Ventos de Oeste

Por que razão deveríamos ter comemorado condignamente o "V Day"?

E nunca como hoje, porque a capacidade de destruição se tornou tão devastadora e porque é tão intenso e generalizado o desprezo pelos valores fundamentais da liberdade, da igualdade, da fraternidade e da soberania do Direito sobre a barbárie, se tornou tão necessário demonstrar que, em termos práticos, a vitória sobre essas forças tenebrosas é possível e está ao nosso alcance.

Demissão da equipa técnica da seleção nacional de karaté gera polémica
João Amaral Santos

Polémica no karaté: equipa técnica da seleção demite-se por alegada “ingerência” da direção da federação nas convocatórias

Os quatro treinadores da seleção nacional deram um ‘murro na mesa’ em vésperas do europeu, depois de a direção da FNK-P ter alegadamente imposto na convocatória a presença de três atletas que estão a contas com processos disciplinares. A polémica levou a debandada de atletas e a equipa masculina de kumite vai falhar europeu… e mundial.

Lutz Pfannenstiel, antigo guarda-redes alemão, jogou em todos os continentes. Só foi campeão uma vez, na Filnândia
Tiago Carrasco

Foi dado como morto três vezes, esteve preso e teve um pinguim na banheira

Lutz Pfannenstiel passou 101 dias numa das piores prisões de Singapura, foi declarado morto em campo e arriscou ser deportado da Nova Zelândia por causa de um estranho animal de estimação. O antigo guarda-redes alemão, o único futebolista a jogar em clubes das seis confederações da FIFA, contou à SÁBADO os pormenores da sua carreira, a mais frenética da história do futebol.

José Maria Ricciardi
Fernando Esteves

O que escondiam as 71 atas secretas de Ricciardi

Não era suposto que qualquer dos membros do Conselho Superior revelasse as reuniões ou sequer a existência do órgão. Percebe-se porquê: nas atas de 2006, já admitiam que estavam à beira da falência técnica; e nas de 2012 relatam a reunião em que Pedro Queiroz Pereira os enfrentou.

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