Sábado – Pense por si

Justa Causa

Ressurreição, mas com contraditório

A decisão judicial que determinou a remoção de conteúdos jornalísticos relativos a uma reportagem sobre alegada burla imobiliária envolvendo uma agência do universo Remax, exibida no Repórter Sábado no NOW, parece saída de um tempo em que o contraditório era um luxo dispensável.

Direito de resposta de Maria Helena Costa

A SÁBADO recebeu o seguinte direito de resposta em relação ao artigo "Membro da concelhia do Chega na Póvoa de Varzim arrasada pelo filho homossexual: 'Fascista lunática'".

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

O grupo foi  investigado pela PJ por crimes violentos. As maneiras “antigas” terão hoje caído em desuso
João Amaral Santos

O assalto do IRA ao parlamento

A autorização oficial (entretanto revogada) para utilização de luzes de marcha urgente reforçou o estatuto do grupo, que ganhou legitimidade, mas mantém a estética militar, treino físico e liderança "autoritária". Quer passar a partido em 2026 - e esvaziar o PAN. Os bastidores do IRA e as ligações a Cristina Rodrigues, deputada do Chega.

Direito de resposta da Knower

A SÁBADO recebeu o seguinte direito de resposta em relação ao artigo "O negócio milionário dos médicos tarefeiros".

Rita Rato Nunes

O negócio milionário dos médicos tarefeiros

Urgências fechadas, grupos de WhatsApp para combinar inflação de preços, bases de dados suspeitas: como uma manobra orçamental de Sócrates viciou o SNS em prestadores e criou um negócio milionário para as multinacionais de recrutamento. Só este ano, até agosto, foram pagos €230 milhões. Uma única empresa já faturou €56 milhões, desde 2009.

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