Os descendentes de D. Pedro II, as damas de ferro da Europa e o turismo de saúde
A newsletter de quarta-feira.
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Se alguma originalidade coube à Europa, não foi a escravatura; foi a singular ideia de transformar a sua abolição num movimento político e, depois, numa política de Estado. Muitas vezes contra a resistência indignada dos governantes e comerciantes africanos que lucravam com o tráfico.
Há um pai e um filho de costas voltadas, gás lacrimogéneo à porta do palácio e forças policiais. Depois, um tio que não reconhece o casamento do sobrinho, marcado para novembro. Dois ramos disputam a sucessão e, pelo meio, vem à tona uma denúncia: um português pagou 30 mil euros para ser conde, através de um diploma alegadamente emitido em nome da Casa Imperial. O Ministério Público investiga.
O problema das contas públicas que ninguém quer resolver, e de que quase ninguém se atreve a falar na clique político-mediática, é este: o Estado gasta demasiado.
O seu nascimento foi visto como milagroso, mas a morte do rei-herói acabou com Portugal (até à Restauração de 1640). E ainda: o problema dos pais-helicóptero; as histórias da praia de Moledo.
O mito começou a ser construído no dia em que nasceu: era a última esperança da coroa para um herdeiro. Não conheceu os pais e cresceu entre a disciplina dos jesuítas, o gosto pelo treino militar e a interferência do tio, Filipe II de Espanha. Foi morto em batalha, mas o Reino nunca o quis aceitar.
Já não é só na escola que andam em cima dos miúdos. Há mães que querem participar nas entrevistas de emprego e pais que dão respostas aos recrutadores pelos filhos. A superproteção continua agora na idade adulta.
Durante anos acreditou-se que Epstein não tinha filhos, no entanto, o nome de Celina surge repetidamente nos depoimentos de pessoas que integravam o círculo mais próximo do criminoso sexual, nomeadamente do seu antigo mordomo e de uma portuguesa, que na altura trabalhava como porteira do prédio onde vivia em Paris.
Foram palco de intrigas, festins exóticos, caçadas, hospedaram reis e guardam tesouros - recuperámos as histórias de 10 deles.
Pertenceram a importantes famílias aristocráticas, que receberam reis e rainhas e as figuras mais ilustres de diferentes épocas, nos seus salões e jardins. Há os que ainda são habitados por nobres, os que foram transformados em museus ou sedes de instituições e os que estão ao abandono.
O que acontece quando a inteligência humana, deslumbrada consigo própria, deixa de reconhecer limites morais? A pergunta pode parecer supérflua para a cabeça acelerada de Elon Musk – um Ulisses moderno, com a mesma arrogância do antigo. Mas, em tempos sombrios para a civilização ocidental, é de aplaudir que exista um realizador de cinema que ainda tenha espaço e talento para a formular.
De playlist em playlist, de "top de vendas" em "top de vendas", corremos a internet à procura de saber quais são e a que soam as canções deste verão. O resultado? 37 temas analisados à lupa.
A Europa precisa de imigração. Não é uma opinião. É uma evidência demográfica.
Não é de abrir a boca de espanto, mas agora uma investigação robusta comprova-o: o comportamento digital dos adultos interfere na saúde mental dos mais novos, especialmente na sua segurança.
Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.
Entre a herança de 1776, o pecado original, a polarização política, o impacto de Donald Trump e o papel dos imigrantes portugueses, o politólogo Paul Christopher Manuel analisa os desafios atuais dos Estados Unidos.