Terrenos onde deflagrou incêndio em Oeiras não são da Defesa desde 2023
"A Defesa não pode fazer coisa nenhuma sobre os terrenos», afirmou o ministro da Defesa, Nuno Melo.
"A Defesa não pode fazer coisa nenhuma sobre os terrenos», afirmou o ministro da Defesa, Nuno Melo.
Com vista a integrarem a esquadra da Força Aérea de combate a incêndios.
Primeiro-ministro, ministro da Defesa e comandante-chefe das Forças Armadas. São estas as substituições mais sonantes levadas a cabo por Volodymyr Zelensky em plena lei marcial. Trata-se apenas de uma remodelação governamental ou de uma disputa mais profunda entre o poder político e o poder militar?
Sobre Fernando Alexandre, o ministro da Defesa diz que um mandato não é definido por um episódio "que possa ter corrido um bocadinho pior".
Nuno Melo salientou que nos últimos anos as Forças Armadas têm estado empenhadas em ações de prevenção e rescaldo.
Situação de alerta começa esta sexta-feira à meia-noite e termina às 23:59 horas de segunda-feira, 6 de julho.
Segundo esclareceu o ministro da Presidência, Leitão Amaro, "o envio será [feito] o mais rápido possível".
O presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos considera que o atraso na reposição das telecomunicações leva ao isolamento da população.
Nuno Melo disse que o importante é garantir que o aumento é possível e que há uma "melhoria dos números de retenção" que permita atingir essa meta.
O problema não reside apenas na qualidade dos políticos. Reside também na incapacidade do Estado em responder eficazmente às necessidades dos cidadãos. A burocracia continua excessiva, os processos administrativos são lentos.
Diploma prevê ainda a doação de equipamentos militares "letais e não letais", bem como outros bens das Forças Armadas.
António José Seguro escolheu o professor universitário açoriano Miguel Monjardino, especialista em relações internacionais, nascido em Angra do Heroísmo, para presidir às comemorações.
No entanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros defende que uma eventual revisão só deveria ser feita após terminado o atual conflito no Médio Oriente.
E ainda Alexandra Leitão a azedar o ambiente do PS Lisboa, as mulheres no MAI de Luís Neves e o duelo entre Ventura e Galamba.
Portugal tem de estar preparado para responder a ataques contra infraestruturas críticas, crises híbridas, ciberataques, sabotagens, emergências complexas, campanhas de desinformação ou situações em que a segurança interna e a defesa nacional se aproximam sem se confundirem. Perante este tipo de ameaças, a improvisação é um risco.
O economista aponta ao “vício dos fundos europeus” que tornaram o País um “Estado-cliente” da UE incapaz de se reformar para convergir. Com um “ministério das reformas a fingir” e uma “indústria de fundos”.