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A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, disse esta quinta-feira que as Forças Armadas estão envolvidas no apoio às populações prejudicadas pela tempestade Kristin, referindo ainda que houve estruturas militares afetadas.
Nuno MeloEstela Silva/Lusa
"As Forças Armadas estão envolvidas no apoio à população civil, também neste caso, sendo que as próprias Forças Armadas receberam avultados os prejuízos, infelizmente", afirmou Nuno Melo.
O ministro disse ter dado instruções ao Exército para, no limite das suas capacidades, auxiliar a população civil.
Esta manhã, na Turquia, à margem da cerimónia que assinalou o início da construção do primeiro de dois navios reabastecedores e logísticos para a Marinha portuguesa, Nuno Melo foi questionado sobre os impactos da tempestade em Portugal nas infraestruturas das Forças Armadas, depois de a Base Aérea N.º 5, Monte Real, em Leiria, ter registado vários danos.
"Infelizmente os prejuízos são avultados e são avultados desde logo por uma base aérea em particular com equipamento danificado", afirmou.
"Enquanto falamos, há militares do Exército e também da Força Aérea que estão empenhados, o alojamento de populações também está a ser assegurado pelas Forças Armadas", afirmou, mais tarde, em declarações aos jornalistas no aeroporto de Istambul, Turquia, de onde vai regressar mais cedo para Portugal, adiando a ida à Polónia.
Nuno Melo adiantou que há ainda um caso "muito particular em Lisboa" em que o Exército acolheu 34 refugiados ucranianos em duas instalações.
A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.
Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa.
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.
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