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Irão: como o labirinto persa chegou ao ponto de rutura

João Carlos Barradas
João Carlos Barradas 13 de janeiro de 2026 às 23:00

Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.

A água não pinga em Teerão e cinco anos de seca levaram o presidente Masoud Pezeshkian a declarar, em novembro, que será necessário abandonar a capital. Incompetência na gestão dos recursos hídricos, degradação dos solos, aridez ou cheias súbitas e mortais, discutiam-se abertamente no Irão no final de 2025 quando o rial colapsou.

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