França 2002 e Portugal 2026 - A falência moral e ética de alguma direita
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
Quem saiu verdadeiramente derrotado foi o PSD enquanto partido e o Governo enquanto projecto.
O candidato apoiado por PSD e CDS-PP procurou demarcar-se dos seus adversários que disse andarem "em guerra uns com os outros em casos e casinhos".
Ao contrário de Marine Le Pen, que assume uma postura cada vez mais gaulista, em coerência com a transformação da “Front Nacional” (Frente Nacional) herdada de seu pai em “Rassemblement Nacional”, Ventura continua a não criticar Trump.
O candidato referiu que os portugueses já perceberam que é necessária uma mudança política em Portugal porque o país não pode continuar no "eterno aviar de problemas, estagnação e desesperante conformismo".
Licenciou-se em Química, estudou Belas Artes, tornou-se astrólogo, fez milhares de mapas astrais, mas teve de parar. Dedicou-se à pintura, sem nunca abandonar a astrologia. Pelo 30.º ano consecutivo, acaba de publicar o guia astrológico para 2026.
Culturalmente falando, Washington prevê que, dentro de 20 anos (ou talvez antes), Paris ou Berlim serão indistinguíveis de Cabul ou Mogadíscio.
Alexandre Monteiro, especialista em linguagem corporal, autor de Torne-se um Decifrador de pessoas (que acaba de chegar aos 100 mil exemplares), esteve a ver os debates dos principais concorrentes a Belém. E conta o que eles revelam, mesmo sem querer.
Vem aí o segundo festival do azeite. Provem e experimentem, é o conselho do curador e apaixonado pelo tema Edgardo Pacheco.
O dermatologista ganhou mais de 700 mil euros em cirurgias adicionais no Hospital de Santa Maria e, segundo a IGAS, recebeu indevidamente incentivos para cirurgias que codificou, algumas oncológicas.
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?
Não há nada inevitável na vida política. Na forma e no conteúdo, os erros que conduziram à queda de popularidade do PS eram há muito previsíveis e, em grande parte, evitáveis.
O antigo Presidente da República elogiou o papel de Balsemão "na conquista da democracia" e "da liberdade e da independência da comunicação social".