Sábado – Pense por si

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A família imperial disputa a sucessão e um homem paga 30 mil euros para ser conde
Raquel LitoSónia Bento

Venda de títulos no mercado negro, pratas desaparecidas e palácios trancados: as guerras dos descendentes de D. Pedro II

Há um pai e um filho de costas voltadas, gás lacrimogéneo à porta do palácio e forças policiais. Depois, um tio que não reconhece o casamento do sobrinho, marcado para novembro. Dois ramos disputam a sucessão e, pelo meio, vem à tona uma denúncia: um português pagou 30 mil euros para ser conde, através de um diploma alegadamente emitido em nome da Casa Imperial. O Ministério Público investiga.

Infanta Catarina
Susana Lúcio

D. Sebastião. O rei menino, beato e heróico

Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.

Destaque As histórias secretas de dez palácios
Sónia Bento

As histórias secretas de dez palácios

Pertenceram a importantes famílias aristocráticas, que receberam reis e rainhas e as figuras mais ilustres de diferentes épocas, nos seus salões e jardins. Há os que ainda são habitados por nobres, os que foram transformados em museus ou sedes de instituições e os que estão ao abandono.

Ver vídeo: O palco onde a História continua a acontecer

Durante décadas foi o cenário das grandes festas da corte portuguesa. Hoje, o Palácio Nacional e Jardins de Queluz continua a receber concertos, espetáculos, visitas, jardins premiados e uma das mais singulares tradições nacionais. Muito mais do que um palácio preservado, é um lugar que continua vivo.

D. Maria Pia e o seu séquito, na praia do Guincho, em 1893, fotografados pelo infante D. Afonso
Sónia Bento

A costa dos Reis e das elites

No século XIX, a Rainha D. Maria Pia popularizou a moda dos banhos de mar, benéficos para a saúde, e D. Luís a prática da vela. No verão, a corte mudava-se para Cascais, uma pequena vila de pescadores que logo se tornou uma estância balnear ao nível das melhores da Europa.

A rainha-mãe  D. Maria Pia  (segunda à dt.ª) num passeio de bicicleta em  Sintra, em 1898
Susana Lúcio

Sintra, o resort da família real

Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.

O Palácio que nasceu de um sonho e se tornou símbolo de Portugal

Trinta anos depois da classificação da Paisagem Cultural de Sintra como Património Mundial da UNESCO, a série O Tempo de Sintra inicia com uma viagem ao lugar onde a imaginação ganhou forma em pedra, cor e floresta. O Parque e Palácio Nacional da Pena continua a ser um dos monumentos mais surpreendentes da Europa e um dos rostos mais reconhecidos de Portugal no mundo.

Turistas britânicos junto às pirâmides do Egito no início do século XX
Susana Lúcio

As aventuras dos primeiros turistas

Jovens aristocratas britânicos completavam a sua educação com um Grand Tour pela Europa. Mas foi um pregador protestante abstémio que inventou os pacotes turísticos.

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Quarto reservado a José Correia da Serra na residência de Thomas Jefferson, em Monticello, Virgínia

O amigo português do Presidente

Cientista e abade nascido em Serpa, amigo íntimo de Thomas Jefferson e seu hóspede privilegiado em Monticello, José Correia da Serra foi uma das figuras mais respeitadas nos EUA no início do século XX e o primeiro embaixador português em Washington.

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