Sábado – Pense por si

Sem anos

Numa altura em que se avolumam evidências dos riscos que trazem os populismos de direita, dou por mim a constatar que se cumpre este ano o centenário do golpe de 28 de Maio de 1926, que viria a pôr fim à I República e a abrir caminho ao que seria o Estado Novo.

Por nossas mãos

A quem serve a neutralidade

O idealismo deu lugar ao cinismo, logo agora que mais precisávamos dele, quando não nos podemos dar ao luxo de relativizar os nossos princípios. Porquê e para quê? Nesta encruzilhada dramática da nossa vida em comum, temos de enfrentar de forma lúcida as razões que podem informar uma decisão destas.

O Presidente numa "marselfie": Marcelo sai de Belém com popularidade
Bruno Faria Lopes

Dez anos depois, o que fica da era de Marcelo?

O Presidente "da rua" deixa um cenário político oposto ao que encontrou em Belém em 2016. A ideia de que foi muito interventivo - sobretudo por causa das suas três dissoluções da Assembleia da República - pode ser mais mito do que realidade.

Inimigos do novo presidente não suportam os novos tempos de mulheres de cabelo ao vento, cruzes nas igrejas e bares com licenças para vender álcool
Tiago Carrasco

Idlib, uma reportagem no bastião da revolução síria

Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?

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