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Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

Editorial

O combate não é contra o socialismo

Seguro lidera as intenções de voto não porque Seguro é Seguro, mas porque Ventura é Ventura. Porque os portugueses não querem “três Salazares” (nem um, nem dois), não almejam um Presidente só de alguns, nem um Presidente que ameaça interferir com uma justiça já de si fragilizada

Mário Machado considerou que o Chega «era um bom veículo para transmitir os seus ideais»

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"A verdade é que o partido Chega também comunga de muitos dos ideais que esta extrema-direita perfila e manifesta e que divulga nas redes sociais", disse o jornalista Sérgio A. Vitorino, no NOW, na sequência de uma notícia do Correio da Manhã que revela que militantes do partido de André Ventura estiveram envolvidos no grupo de extrema-direita 1143.

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