Sábado – Pense por si

Rita Rato Nunes

O negócio milionário dos médicos tarefeiros

Urgências fechadas, grupos de WhatsApp para combinar inflação de preços, bases de dados suspeitas: como uma manobra orçamental de Sócrates viciou o SNS em prestadores e criou um negócio milionário para as multinacionais de recrutamento. Só este ano, até agosto, foram pagos €230 milhões. Uma única empresa já faturou €56 milhões, desde 2009.

Carlos Moedas com o seu livro no gabinete em diferentes eventos
Marco Alves

Moedas usou meios da câmara para o seu livro pessoal

Mobilizou assessores pagos pela autarquia, usou espólio fotográfico e recorreu a equipamentos para filmar, fotografar e divulgar o livro, de cujos direitos e proveitos beneficiou. Justifica que o livro era para "prestar contas aos munícipes"

Bruno Faria Lopes

Álvaro Almeida: liberal nas ideias, sólido na técnica, frontal e portista ferrenho

O terceiro diretor executivo do SNS em menos de dois anos e meio trabalhou no FMI, entrou para a Saúde pública pela mão de um governo PS, trabalhou nos bastidores com o ministro Paulo Macedo, foi atraído por Rui Rio para a política e bateu com a porta. O professor, irmão do presidente da NOS, é um liberal que diz o que pensa - e não gosta de ficar nos lugares só para aquecer.

Andreia Antunes

Quem é o coordenador do plano de emergência da Saúde?

Eurico Castro Alves, especializado em Cirurgia Geral, integra os quadros do Hospital Santo António, no Porto, foi nomeado pelo Governo para coordenar o grupo de trabalho para definir um plano de emergência do Serviço Nacional de Saúde.

Tiago Carrasco

1973: As últimas badaladas do regime

Na viragem para 1974, capitães conspiravam, maoistas proliferavam nas universidades e fações armadas planeavam sequestros. Poucos suspeitavam que o 25 de Abril estava à porta. O ambiente político e as conspirações na última passagem de ano em ditadura.

caderno de significados

A perigosa ilusão

Quando Correia de Campos diz que, no seu tempo de ministro, tinha “um assessor só para as cunhas”, está perversamente a contar a verdade. Está a ser sincero mas a dizer-nos, também, que é assim que as coisas funcionam, com o jeitinho, o empurrão, a cunha, e que, na sua opinião, não vem daí mal ao mundo.

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