Presidenciais: Livre formaliza apoio a António José Seguro
Dos 1.797 que votaram, 1.779 (99%) escolheram "sim" à pergunta sobre se o Livre deveria apoiar a candidatura de António José Seguro na segunda volta, tendo 18 votado "não".
Dos 1.797 que votaram, 1.779 (99%) escolheram "sim" à pergunta sobre se o Livre deveria apoiar a candidatura de António José Seguro na segunda volta, tendo 18 votado "não".
A decisão será discutida na reunião extraordinária da Assembleia agendada para quarta-feira às 21h00.
Diligências visaram a recolha de elementos probatórios de natureza documental e digital.
Candidato indicou rendimentos como consultor e uma pensão da Caixa de Previdência de Advogados. Tem também uma moradia no Algarve.
Eleições presidenciais vão ter lugar no próximo dia 18 de janeiro.
Áudio de entrevista para o livro "Dias de Raiva" prova como o líder do Chega afirma ter-se sentido enganado pelo líder socialista enquanto eleitor. "De facto, via-o com firmeza, coragem. Gostava da forma de ele se exprimir e tudo. Enganou-me uma vez, mas não me enganou mais."
Da votação das moções apresentadas ao congresso resultou a aprovação de protestos, dos quais o que gerou mais discussão foi o transporte de doentes não urgentes que tenham altas dos hospitais.
A lista liderada por António Nunes obteve 311 votos (79%), tendo sido registados 93 votos brancos.
Citando a Lei dos Partidos, o advogado diz que o partido deve ser extinto pela "não comunicação de lista atualizada". Apesar dos chumbos, o Chega tem comunicado listas atualizadas, lembra constitucionalista.
Mais de dois terços dos votantes manifestaram apoio à candidatura de Jorge Pinto, enquanto 17,6% preferiam António José Seguro.
"Até este momento tivemos o doutor Paulo Portas como possibilidade, mas agora está esclarecido que não será candidato", disse Nuno Melo.
O Livre realiza uma consulta interna aos seus militantes, não vinculativa, sobre que candidato deve o partido apoiar nas eleições presidenciais.
Rui Tavares salientou que existe, “neste momento, uma maioria de direita que governa no país e essa maioria de direita precisa de uma oposição”.
De Lisboa ao Porto, de Portugal para o mundo. O Grupo Altis construiu uma história que reflete o espírito de um país em transformação.
As listas autárquicas acolheram elementos de extrema-direita vindos do Ergue-te/PNR e do movimento Reconquista, entre outros. Afonso Gonçalves, líder do Reconquista, foi sugerido para Lisboa e falou com ministro-sombra de Ventura.
Numa moção aprovada sem votos contra, a Assembleia do Livre deliberou pelo agendamento de um "debate sobre as eleições presidenciais".