Pela democracia lutar. Contra a abstenção, votar, votar
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
Cliques e emoções substituíram rigor e independência. Talvez o legado de Pinto Balsemão possa lembrar que ética, critério e responsabilidade são os alicerces de uma sociedade sustentável e de uma esfera pública saudável.
As pessoas estão a desperdiçar talento em empregos socialmente irrelevantes, defende o historiador Rutger Bregman. É preciso fazer algo para combater os “sem-vergonha” e os “atuais líderes”, diz ainda.
Com a independência da Reserva Federal em causa esboça-se um cenário de descontrolo crescente devido a riscos de inflação e retirada dos investidores do mercado obrigacionista norte-americano.
A escolha de Mariana Leitão para Belém é uma boa oportunidade para que os portugueses conheçam melhor uma das mais talentosas deputadas da sua geração. Se a dra. Leitão levar para a campanha a tenacidade que exibe noutros palcos, temo pelo miocárdio dos machos mais ancestrais.
Se no FC Porto não há anos zero, este será o ano zero de Martin Anselmi que deverá lançar as bases para termos um FC Porto competente e muito melhor preparado no futuro.
O tempo que avaliará Anselmi não é o tempo dos adeptos que exigem respostas imediatas em campo e resultados desportivos à altura dos pergaminhos do FC Porto.
À pala de tantos avanços técnico-científicos não enquadrados por aqueles tão imprescindíveis e insubstituíveis Valores Éticos Fundamentais, não se cuidou da preservação e do fortalecimento da inteligência natural dos seres humanos.
Perante este cenário grotesco, que permite perceber melhor como é que uns iam enriquecendo enquanto o clube ficava cada vez mais perto do abismo financeiro, não é possível nem aceitável que não se extraiam consequências desta auditoria. Só assim estaremos a ser implacáveis com quem tiver lesado o FC Porto.
Antigamente, ser de esquerda implicava um desejo de mudança real – e, mais ainda, sacrifícios reais. Agora, é só uma forma de passar o tempo e, com sorte, aparecer nos noticiários televisivos.
Caminhamos a passos lentos para a perda de direitos fundamentais, não só políticos como humanos. Não estamos a saber lidar com o uso da tecnologia nem com o descontentamento das pessoas.
É que, pior do que perder um jogo contra o nosso maior rival, sobretudo por aqueles números, foi a forma como se perdeu e isso os adeptos não perdoam, nem esquecem.
Perder o jogo de ontem nunca seria considerado uma anormalidade dado que do outro lado estava o sempre poderoso Bayern de Munique mas a forma como o Benfica perdeu é que está longe de ser normal face à história do Benfica e à qualidade do plantel encarnado.
Os EUA e os seus períodos eleitorais nos últimos anos, particularmente os três que envolvem Donald Trump, são um profundo exemplo do impacto da empatia.