Irão: Portugal e Arábia Saudita defendem livre circulação no estreito de Ormuz
Lisboa e Riade defendem que deve ser cumprido o Direito do Mar e o regresso "à situação de liberdade de navegação" em Ormuz, antes do conflito no Médio Oriente.
Lisboa e Riade defendem que deve ser cumprido o Direito do Mar e o regresso "à situação de liberdade de navegação" em Ormuz, antes do conflito no Médio Oriente.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros vão decidir se cortam todas as relações comerciais com os colonatos israelitas na Cisjordânia, uma medida que precisa de ser aprovada por unanimidade.
Forças israelitas abriram fogo contra o carro da família na cidade de Hebron, ferindo mortalmente o bebé Sam Fahd Abou Haikal. Israel ocupa a Cisjordânia desde 1967.
Polícia neutralizou o agressor.
Colonos israelitas incendiaram casas e viaturas numa aldeia palestiniana, esta segunda-feira, nos arredores de Ramallah, na Cisjordânia. O ataque ocorreu numa zona marcada por um aumento da violência e por sucessivos confrontos entre colonos e comunidades palestinianas.
O líder israelita fez o anúncio durante uma conferência na Cisjordânia ocupada.
Na segunda-feira passada, as forças armadas israelitas intercetaram, em águas internacionais, 28 embarcações da flotilha Global Sumud que seguia para Gaza com ajuda humanitária. Entre os detidos estão dois médicos portugueses, Beatriz Bartilotti e Gonçalo Reis Dias, do Porto. O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir - persona non grata em vários países europeus, defensor da pena de morte em Israel só para palestinianos e da anexação da Cisjordânia.
Os moradores da aldeia de Al-Mughayyir, na Cisjordânia, acusaram colonos israelitas de terem incendiado terrenos agrícolas durante a noite de segunda-feira, destruindo campos de trigo e centenas de oliveiras.
Será agraciado com a recém-criada Ordem Europeia do Mérito.
As autoridades de saúde de Gaza indicaram que quatro palestinianos morreram durante o dia na sequência de "disparos das forças de ocupação" na cidade referida, segundo o jornal Filastin.
A investigação foi publicada na segunda-feira sob a forma de crónica pelo colunista Nicholas Kristof.
O partido que lidera, a Fatah, iniciou o primeiro congresso do movimento em 10 anos, em que irá eleger um novo comité central.
O texto prevê que a pena capital seja a sanção por defeito se o homicídio for qualificado como ato de terrorismo pela justiça militar israelita.
Sete colonos extremistas ou suas organizações são alvos de sanções, assim como 12 elementos do movimento islamita palestiniano Hamas.
As sanções estavam a ser unicamente bloqueadas pelo Governo da Hungria de Viktor Orbán, que foi derrotado nas eleições legislativas de 12 de abril. Este sábado, o novo executivo húngaro, liderado por Péter Magyar, tomou posse, sendo expectável que levante o veto.
Grupo de colonos alega que corpo foi enterrado muito perto do assentamento de Sha-Nur e decidiu desenterrá-lo. Família apercebeu-se e teve de transferi-lo para outro cemitério.